sexta-feira, 22 de março de 2024

PORTAL - GNA - UFOLOGIA - O APOCALIPSE DE JESUS CRISTO E AS DUAS TESTEMUNHAS - CAPÍTULO 11 PARA ESTUDO E DEFINIÇÃO - POSTAGEM ESPIRITUAL - GNA

 APOCALIPSE - 11


LEIA  E  REFLITA





1 E, foi-me dada uma cana semelhante a uma vara; e chegou o anjo, e disse: levanta-te, e mede o templo de Deus, e o altar, e os que nele adoram. (João Evangelista informa a todos que lhe foi entregue uma vara de medição, e junto apareceu um anjo, e disse, movimente-se, levante-se e faça a medição do templo de Deus, e como já mencionei, nós somos o templo do Deus vivo ... a missão é tentar saber e calcular a quantidade dos filhos de Deus, fora e dentro dos templos, que representam onde se encontra o sacrário, a presença do Cristo, e quem verdadeiramente neles se determinam, recebem o corpo e o sangue do Cristo Jesus. O segredo é o altar, onde acontece a magia do oferecimento, quem bebe deste vinho (sangue) e se alimenta desta hóstia (corpo Sagrado de Jesus, viverá eternamente. Os que nele adoram, somos nós, e somos medidos também)


2 E, deixa o átrio que está fora do templo, e não o meças; porque foi dado às nações, e pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses. (Aqui pedimos mais uma vez, para termos sabedoria pra entender os designíos sagrados do Deus das profecias, pois o Cristo vela por elas. Afirmou para não medir o lado de fora deste templo, onde estão as pessoas fora das Igrejas do Cristo. O que está fora dos templos, pertence as nações, que quer dizer, pertencem ao mundo. E estes governantes irão pisar a Cidade Santa, que todos conhecem como Jerusalém, a cidade do Deus vivo, onde Jesus estabeleceu seu ministério ... Jerusalém, significa a cidade do pão, a cidade do grande rei, fazendo alusão ao sacerdote eterno Melquisedeque. Jerusalém teve suas origens, anteriormente nos Jabuseus, os primitivos moradores da região. Por 42 meses, ou 1260 dias, igual a 1260 anos proféticos, representa, 3,6 anos. tento entender, que este fato se faz determinar, pelas perseguições que esta Cidade Sagrada enfrentaria no futuro, pois o silêncio dos ensinamentos do Cristo Jesus será paralisado, o mundo se afastará do que o Mestre nos ensinou nos caminhos poeirentos de Jerusalém ... A Santa Cidade, dará lugar aos chacais. O profeta Jeremias, assim profetizou –

Farei de Jerusalém um amontoado de ruínas, uma habitação de chacais.)

3 E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de saco. (Neste período que a Igreja Cristo, que somos for retirada da terra, as duas testemunhas ficarão como memorial eterno, e por este período de 1260 anos, a Bíblia Sagrada, Antigo e Novo Testamento será o poder espiritual na Terra. Vestida de saco, que define, fará desempenhar seu papel com humildade, com respeito e credibilidade).

4 Estas são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão diante do deus da terra. (A Bíblia Sagrada, são as duas testemunhas reveladas e analisadas acima, como dois faróis (castiçais) - o Antigo e o Novo Testamento, iluminando o mundo, dos que estarão diante  de Deus, aceitando as suas Mensagens de salvação)

5 E, se alguém lhes quiser fazer mal, fogo sairá da sua boca, e devorará os seus inimigos; e, se alguém lhes quiser fazer mal, importa que assim seja morto. (Aqui é mostrado a todos o poder da Bíblia Sagrada, a palavra de Deus aos corações humanos ... quem se colocar contra ela, terá o fogo saindo de suas palavras escritas, e quem quiser fazer mal a ela, ou seja, este Livro Sagrado, estará morto pelo erro e negação, no pecado contra Deus praticado).

6 Estes têm poder para fechar o céu, para que não chova, nos dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue, e para ferir a terra com toda a sorte de pragas, todas quantas vezes quiserem. (Estes, se refere as profecias, os profetas que inseridos no Grande Livro - A Bíblia Sagrada, tem este poder para definir os acontecimentos descritos acima. Lembramos, que o mundo vive momentos finais, uma verdadeira babel, uma sequência mortal de como foi Sodoma e Gomorra e as cidades das planícies ... todas destruídas, sem contar com o diluviou universal, e tentando mostrar o que está acontecendo e aconteceu em nosso tempo. Negar a palavra e os ensinamentos, é não seguir o que ali está escrito ... sim, tem sérias consequências para a salvação de almas. Águas, representam multidões, povos e nações, e o sangue é a morte nos acontecimentos e tragédias anunciadas)

7 E, quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra, e os vencerá, e os matará. (Findando este tempo de 1260 anos, ou o que representa 42 meses = 3,6 anos diante das profecias, o poder que comanda o mundo, a besta se lançará com todo o vigor, com força contra Deus, o Livro Sagrado e os preceitos do Cristo Jesus. Neste período que foi na Inquisição, caças as bruxas, nas cruzadas, nas guerras religiosas, tempo que o espiritualismo cedeu lugar para o materialismo. Aqui sabedoria para entender, que o combate dela será contra o Grande Livro, nas Duas Testemunhas vivas - Antigo - Novo Testamento, e será de um ódio mortal)

8 E, jazerão os seus corpos mortos na praça da grande cidade que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde o nosso senhor também foi crucificado. (Aqui pedimos prudência para entender sobre essas duas grandes cidades, que terão seus corpos mortos, estendidos na praça. Essas duas cidades aqui estão qualificadas como locais de qualificação,  determinando apenas o que elas representam. A primeira citada, Sodoma, onde todos sabem o seu destino - destruída pelo fogo. A segunda, o Egito, a Nação que escravizou os filhos de Israel. Essas duas cidades, cada uma no seu tempo, também foi responsável pela mesma arbitrariedades, negando em seu tempo o poder de Deus em suas vidas. Elas tentaram destruir os valores históricos e espirituais, e atualmente, Jesus continua sendo crucificado, que simboliza, impedir sua liberdade, de caminhar e ensinar sobre o reino de Deus. Este impedimento determina atrapalhar e tentar destruir os caminhos que Deus nos determinou, e a Bíblia Sagrada após o Cristo, e antes as escritas Sagradas mantinham essas tradições e valores espirituais)

9 E, homens de vários povos, e tribos, e línguas, e nações verão seus corpos mortos por três dias e meio, e não permitirão que os seus corpos mortos sejam postos em sepulcros. (Aqui fica bem definido o que acima foi descrito, pois a Bíblia Sagrada, neste período de 1260 anos = 3,6 anos, seria esquecida, mais o fato de não a ter enterrado em sepulcros, simboliza que apenas morreu ou deixou de atuar neste período acima especificado, e o poder maior acredita que nestes tempos posteriores, muitos descubram o valor do Grande Livro e alcance os objetivos de salvação de almas) 

ESTE PERÍODO DE 1260 ANOS, EXPLICADO ABAIXO - TEXTO E AUTOR CITADO  👇👇👇

Antes do fim do 1° século, o apóstolo João escreveu que “muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora” (1Jo 4:1); e, um pouco mais tarde, ele disse que “muitos enganadores têm saído pelo mundo fora” (2Jo 7). Isso, disse ele, é o “espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo” (1Jo 4:3).

Essas previsões advertiam sobre a presença de forças sinistras já operantes na igreja, forças que pressagiavam heresia, cisma e apostasia de grandes proporções. Pretendendo possuir privilégios e autoridade que pertencem apenas a Deus, porém, operando mediante princípios satânicos e por meio de métodos satânicos, esse instrumento, ao final, enganaria a maioria dos cristãos para que aceitassem sua liderança e, assim, controlaria a igreja (ver At 20:29,30; 2Ts 2:3-12).

Nos tempos apostólicos, cada congregação local escolhia seus próprios oficiais e regulava sua própria conduta. Contudo, a igreja universal era “um corpo” em virtude da operação invisível do Espírito Santo, e da direção dos apóstolos, que unia crentes em todos os lugares em “um só Senhor, uma só fé, um só batismo” (ver Ef 4:3-6). Líderes das igrejas locais deveriam ser homens “cheios do Espírito” (At 6:3), escolhidos, qualificados e dirigidos pelo Espírito Santo (ver At 13:2), apontados (At 6:5) e ordenados pela igreja (At 13:3).

No entanto, à medida que a igreja abandonou seu “primeiro amor” (Ap 2:4) , perdeu sua  pureza de doutrina, seus elevados padrões de conduta pessoal e o laço invisível de união provido pelo Espírito Santo. Na adoração, o formalismo assumiu o lugar da simplicidade. A popularidade e o poder pessoal passaram a determinar cada vez mais as escolhas dos líderes, que assumiram mais autoridade sobre a igreja local e, depois, buscaram estender sua autoridade sobre as igrejas vizinhas.

A administração da igreja local sob a direção do Espírito Santo, finalmente, foi substituída pelo autoritarismo eclesiástico nas mãos de um único oficial, o bispo, a quem cada membro da igreja estava sujeito pessoalmente e pelo qual tinha acesso à salvação. Daí em diante, a liderança pensou apenas em governar a igreja em vez de servi-la, e o “maior” já não se considerava “servo de todos”. Assim, gradualmente se desenvolveu o conceito de uma hierarquia sacerdotal que se interpôs entre o cristão, como indivíduo, e o Senhor.

[Ascensão política e apostasia do papado]

De acordo com escritos atribuídos a Inácio de Antioquia, que morreu por volta de 117 d.C, a presença do bispo [já] era essencial à celebração de ritos religiosos e à direção de questões da igreja. Irineu, falecido por volta do ano 200, catalogava os bispos das diferentes igrejas de acordo com a idade e importância das igrejas que presidiam. Dava honra especial às igrejas fundadas pelos apóstolos e defendia que todas as outras deveriam concordar com a igreja de Roma quanto a questões de fé e doutrina. Tertuliano, falecido em 225, ensinava a supremacia do bispo sobre os presbíteros, anciãos escolhidos pela igreja local.

Cipriano, que morreu por volta de 258, é considerado o fundador da hierarquia católica romana. Ele defendia a teoria de que há apenas uma igreja verdadeira e que, fora dela, não há salvação. Defendeu a ideia de que Pedro tinha fundado a igreja em Roma e de que o bispo da igreja de Roma deveria, portanto, ser honrado sobre os outros bispos, e suas opiniões e decisões deveriam prevalecer sempre. Enfatizou a importância da sucessão apostólica direta, afirmou que o sacerdócio do clero era literal e que nenhuma igreja deveria celebrar ritos religiosos ou conduzir suas questões sem a presença e o consentimento do bispo.

Fatores que contribuíram para a ascensão e, finalmente, a supremacia do bispo de Roma foram: (1) Como capital do império e metrópole do mundo civilizado, Roma era o lugar natural para a sede da igreja universal. (2) A igreja de Roma era a única no Ocidente que afirmava ter origem apostólica, o que, naquele tempo, fazia parecer natural que o bispo de Roma tivesse prioridade sobre os demais. Roma ocupava uma posição bastante honrosa mesmo antes do ano 100 d.C. (3) A mudança da capital política de Roma para Constantinopla, por Constantino (330), deixou o bispo de Roma relativamente livre do controle imperial; e, a partir de então, o imperador quase sempre apoiou as reivindicações do bispo de Roma contra as dos outros bispos.  (4) Em parte, o imperador Justiniano apoiou fortemente o bispo de Roma e fez avançar seus interesses por meio de um edito imperial que reconhecia sua supremacia sobre as igrejas do Oriente e do Ocidente, edito que não pôde se tornar plenamente efetivo até o declínio do domínio ostrogodo sobre Roma, em 538. (5) O êxito da igreja de Roma em resistir a vários movimentos chamados éticos, em especial o gnosticismo e montanismo, lhe rendeu grande reputação de ortodoxia. Certas facções que em outras partes estavam em contendas, com frequência, apelavam ao bispo de Roma para que fosse o árbitro de suas diferenças. (6) Controvérsias teológicas, que dividiram e enfraqueceram a igreja no Oriente, deixaram a igreja de Roma livre para se dedicar a problemas mais práticos e para tirar vantagem de oportunidades que surgiram para estender sua autoridade. (7) Repetidos casos de êxito em evitar ou mitigar ataques bárbaros contra Roma aumentaram o prestígio político do papado e, com frequência, na ausência de liderança civil, o papa cumpriu na cidade as funções essenciais de um governo secular.  (8) Invasões islâmicas constituíram um obstáculo para a igreja no Oriente, eliminando o único rival importante de Roma. (9) Os invasores bárbaros do Ocidente já estavam, em sua maioria, nominalmente convertidos ao cristianismo, e essas invasões livravam o papa do controle imperial. (10) Com a conversão de Clóvis (496), rei dos francos, o papado fundou um exército forte para defender seus interesses e ajudar efetivamente a converter outras tribos bárbaras.

Professando o cristianismo, Constantino, o Grande (que morreu por volta de 337), vinculou a igreja ao estado, subordinando a igreja ao poder civil, e fez da igreja um instrumento da política do estado. Sua reorganização da administração política do império romano se tornou o padrão para a administração eclesiástica da igreja romana, e assim da hierarquia católica romana. Por volta de 343, o Concilio de Sárdica atribuiu ao bispo de Roma jurisdição sobre os bispos metropolitanos ou arcebispos. O papa Inocêncio I (que morreu por volta de 417) reivindicava jurisdição suprema sobre todo o mundo cristão, mas não foi capaz de exercer esse poder.

Agostinho (que morreu por volta de 430), um dos grandes pais da igreja e fundador da teologia medieval, defendia que Roma sempre tivera supremacia sobre as igrejas. Sua obra clássica A Cidade de Deus ressalta o ideal católico de uma igreja universal que controlasse um estado universal, e isso forneceu a base teórica para o papado na Idade Média.

Leão I, o Grande, que morreu em 461, foi o primeiro bispo de Roma a proclamar que Pedro tinha sido o primeiro papa, a afirmar a sucessão do papado a partir de Pedro, a sustentar que a primazia havia sido legada diretamente por Jesus Cristo e a obter êxito em aplicar esses princípios à administração papal. Leão I conferiu à teoria do poder papal sua forma definitiva e fez desse poder uma realidade. Foi ele que obteve um edito do imperador declarando que as decisões papais teriam força de lei. Com o apoio imperial, ele se colocou acima dos concílios da igreja, assumindo o direito de definir doutrinas e ditar decisões. Seu êxito em persuadir Átila a não entrar em Roma (452) e sua tentativa de deter Genserico (455) aumentaram seu prestígio e o do papado. Leão l, o Grande, foi definitivamente um líder secular bem como espiritual para o povo cristão. Pretensões ao poder papal feitas por papas posteriores se basearam em grande parte na suposta autoridade de documentos falsificados conhecidos como “fraudes piedosas”, como a chamada Doação de Constantino.

A conversão de Clóvis, líder dos francos, à fé romana, por volta do ano 496, quando a maioria dos invasores bárbaros ainda era ariana, deu ao papa um forte aliado político disposto a lutar as batalhas da igreja. Por mais de 12 séculos, a espada da França, a “filha mais velha” do papado, foi uma agente eficaz para a conversão de homens à igreja de Roma e para manter a autoridade papal.

O pontificado do papa Gregório I, o Grande (que morreu em 604), o primeiro dos prelados medievais da igreja, marca a transição dos tempos antigos para os medievais. Gregório ousadamente assumiu o papel, embora não o título, de imperador no Ocidente. Ele lançou as bases para o poder papal na Idade Média, e é de sua administração em particular que datam posteriores reivindicações absolutistas do papado. Grandes esforços missionários iniciados por Gregório, o Grande, ampliaram em muito a influência e a autoridade de Roma.

Quando, mais de um século depois, os lombardos ameaçaram invadir a Itália, o papa apelou a Pepino, rei dos francos, para auxiliá-lo. Respondendo ao pedido, Pepino derrotou por completo os lombardos e, em 756, entregou ao papa o território que tinha tirado deles. Essa dádiva, comumente conhecida como Doação de Pepino, marca a origem dos estados papais e o início formal do governo temporal do papado.

No 7º e no 8º séculos, em termos gerais, o poder papal esteve em baixa. O grande papa seguinte e um dos maiores foi Gregório VII (que morreu em 1085). Ele proclamou que a igreja romana jamais tinha errado e jamais poderia errar, que o papa é juiz supremo, que não pode ser julgado por ninguém, que não há apelo à sua decisão, que ele somente tem direito à homenagem de todos os príncipes e que apenas ele pode depor reis e imperadores.

Por dois séculos, houve uma luta constante entre papa e imperador pela supremacia. Às vezes um, às vezes outro alcançou êxito temporário. O pontificado de Inocêncio III (que morreu em 1216) encontrou o papado no apogeu de seu poder, e durante o século seguinte esteve no zênite de sua glória. Afirmando ser o vicário de Cristo, Inocêncio III exerceu todas as prerrogativas reivindicadas por Gregório mais de um século antes.

Um século depois de Inocêncio III, o papa medieval ideal Bonifácio VIII (que morreu em 1303) tentou governar como seus ilustres predecessores tinham feito, porém não obteve o mesmo êxito. Ele foi o último papa a tentar exercer autoridade universal conforme instituída por Gregório VII e mantida por Inocêncio III. A decadência do poder do papado se tornou completamente evidente durante o chamado cativeiro babilônico (1309-1377), quando os franceses transferiram à força a sede do papado de Roma para Avignon. na França. Logo depois do retorno a Roma, começou o que se conhece como o Grande Cisma (1378-1417). Durante esse tempo, houve ao menos dois e, às vezes, três papas rivais, cada um denunciando e excomungando seus rivais e afirmando ser o verdadeiro papa. Como resultado, o papado sofreu perda irreparável de prestígio aos olhos da Europa. Bem antes da época da Reforma, se levantaram muitas vozes dentro e fora da Igreja Católica criticando suas declarações arrogantes e seus muitos abusos de poder tanto secular quanto espiritual. Além disso, o renascimento cultural (Renascença), na Europa Ocidental, a era da descoberta, o crescimento de estados nacionais fortes, a invenção da imprensa e vários outros fatores contribuíram para a perda gradativa do poder papal. Por volta da época de Martinho Lutero, muito havia sido feito para minar a autoridade do bispo de Roma.

Durante a Reforma, que se entende ter começado em 1517, com a divulgação das Noventa e Cinco Teses, o poder papal foi expulso de grandes regiões da Europa do norte. Esforços do papado para combater a Reforma resultaram na criação da Inquisição, do Index e na organização da ordem jesuíta. Os jesuítas se tornaram o exército intelectual e espiritual da igreja para extermínio do protestantismo. Por aproximadamente três séculos, a igreja de Roma travou uma luta vigorosa que gradualmente se enfraqueceu diante das forças que batalhavam pela liberdade civil e religiosa.

[O declínio do poder papal]

Finalmente, durante a Revolução Francesa, a Igreja Católica foi proscrita da França, a primeira nação da Europa a patrocinar a causa católica. Por mais de 12 séculos, a França havia defendido as declarações e lutado nas batalhas da igreja. Foi a nação onde os princípios papais tinham sido testados de forma mais plena do que em qualquer outro lugar, e achados em falta. Em 1798, o governo francês ordenou que o exército que estava na Itália, sob o comando do general Berthier, levasse o papa prisioneiro. Embora o papado tivesse continuado, seu poder foi tirado e, desde então, nunca mais exerceu o mesmo tipo ou medida de poder que teve outrora. Em 1870, os estados papais foram completamente absorvidos ao reino unido da Itália, e o poder temporal que o papado tinha exercido por mais de mil anos chegara ao fim. O papa tonou-se voluntariamente prisioneiro do Vaticano” até que seu poder temporal foi restaurado, em 1929 (ver com. de Dn 7:25). Esse breve resumo demonstra que a ascensão do poder papal foi um processo gradual que se alongou por séculos. O mesmo se deu com seu declínio. E possível dizer que o primeiro processo se desenvolveu desde cerca de 100 d.C. a 756; o segundo, de cerca de 1303 a 1870 d.C. O papado esteve no auge de seu poder desde a época de Gregório VII (1073- 1085) até Bonifácio VIII (1294-1303). Está claro que não é possível dar datas que marquem uma transição precisa da irrelevância à supremacia, ou entre a supremacia e a relativa irrelevância. Da mesma forma, como se dá em todos os processos históricos, o surgimento e a queda do papado foram acontecimentos graduais.  Porém, por volta de 538 d.C. o papado estava completamente formado e operante em diversos aspectos e, em cerca de 1798 – 1.260 anos depois, ele tinha perdido praticamente todo o poder que acumulou ao longo de séculos. A profecia atribuiu 1.260 anos ao papado para uma demonstração de seus princípios, políticas e objetivos. Desse modo, essas duas datas deveriam ser consideradas como marco do início e do final do período profético do poder papal.  Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 919 – 923.

O PAPADO – ASCENSÃO, APOSTASIA E DECLÍNIO by Jeferson Quimelli

Por volta de 538 d.C. o papado estava completamente formado e operante em diversos aspectos e, em cerca de 1798 – 1.260 anos depois, ele tinha perdido praticamente todo o poder que acumulou ao longo de séculos. - ESTE FOI O PERÍODO DA APOSTASIA PAPAL DE 538 - 1798. Agora o mundo vive o materialismo, seguido na negação da fé, e esta negação é pessoal, e não tem nada a ver com religiões e igrejas, e a falência individual se determina - GNA 


10 E, os que habitam na Terra se regozijarão sobre eles, e se alegrarão, e mandarão presentes uns aos outros; porquanto estes dois profetas tinham atormentado os que habitam sobre a Terra. (A Bíblia Sagrada foi um tormento para as trevas, e os seus seguidores, e por isto eles festejaram, pois, estes dois profetas, O Antigo - Novo Testamento, eram os tormentos deles. Hoje, podemos ver, entender que esta comemoração e esta festa, em negar a Bíblia Sagrada continua acontecendo)

11 E, depois daqueles três dias e meio o espírito de vida, vindo de Deus, entrou neles; e puseram-se sobre seus pés, e caiu grande temor sobre os que os viram. (Depois destes 1260 anos = 4 meses = 3,6 dias, o Espírito de Deus, retornou diante deles, ao Grande Livro - a Bíblia Sagrada, e novamente puseram sobre seus pés, mostrando que caminharão pelo mundo e os que negaram e negam, caiu grande temor, grande medo, pois quem nega, renega e o peso da cobrança desses erros aconteceu, acontece e sempre acontecerá. Negar a Bíblia Sagrada, é negar o próprio Deus)

12 E, ouviram uma grande voz do céu, que lhes dizia: subi para aqui. e subiram ao céu em uma nuvem; e os seus inimigos os viram. (Este poder espiritual contido na Bíblia retornou a Deus, a Pátria Espiritual, pois esquecem o povo aqui na terra, que tudo sempre esteve ligado, aqui  como no Céu. Caso fosse desligado no Céu, seria também desligado na Terra ... o Antigo e o Novo Testamento novamente recebeu este elo Sagrado, que nos colocará diante do poder maior. Os inimigos de Deus, do Grande Livro, foram as Testemunhas deste Sagrado acontecimento)

13 E, naquela mesma hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram muito atemorizados, e deram glória ao deus do céu. (A história humana registra que no dia 24 agosto de 1572, aconteceu um grande terremoto em Paris na França, e ficou conhecido como o massacre de São Gabriel, e para muitos foi uma destruição moral, para mostrar como acontece ao se desviar da Presença Sagrada e Divina. Este acontecimento foi humano, com denominação política - religiosa. Em litigio, católicos x protestantes, encontraram-se nesta carnificina. Será que caiu a décima parte da cidade, está relacionada a negação dos Dez Mandamentos da lei de Deus ... no final, todos deram glória ao Deus do Céu, pois o catolicismo saiu como vencedor.)

Na noite de são Bartolomeu de 1572, os católicos massacraram os huguenotes na França. somente em Paris, três mil protestantes foram exterminados nessa noite. A violência estava espalhada por todo o país, o número de huguenotes mortos foi de dezenas de milhares. – (Internet)

14 É, passado o segundo Ai: eis que o terceiro Ai cedo virá. (Vem Ai, o terceiro acontecimento nefasto. Vai acontecer.)

15 E, o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: os reinos do mundo vieram a ser de nosso senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre. (O sétimo anjo anunciou a todos, que os reinos, os países do mundo agora são, agora pertence ao Nosso Senhor, o Cristo Cósmico, que aqui encarnou como Jesus de Nazaré.  Cristo, reinará para sempre)

16 E, os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus tronos diante de Deus, prostraram-se sobre seus rostos e adoraram a deus, (Depois desta noticia ou revelação acima, os 24 anciões,  prostraram de diante de Deus com seus rostos abaixados em sinal de gratidão. Anteriormente, já foi explicado quem eram estes 24 anciões - vide - Apoc 4:4)

17 Dizendo: graças te damos, senhor Deus todo-poderoso, que és, e que eras, e que hás de vir, que tomaste o teu grande poder, e reinaste. (Aqui é revelado a Divindade do Cristo que aqui encarnou entre nós ... o Cristo Jesus, retomou o seu legado, seu poder e reina entre nós. A bem da verdade, Jesus aqui disse aos seus e a nós, vós sois deuses, podeis fazer e realizar. Jesus tentou dizer, venham e participe da Unidade Divina, pois Eu e o Pai Somos Um)

18 E, iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a Terra. (Aqui nem precisamos duvidar que é o tempo chegado para a Justiça Divina entre todos. Uns serão determinados para a glória, outros para a maldição eterna, nos exílios planetários. Os que são os joios, estarão na esquerda do Cristo, irão precisar renovar-se, para retornar a Casa do Pai, que significa ao lado de Deus)

19 É, abriu-se no céu o templo de Deus, e a Arca da Sua aliança foi vista no Seu templo; e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos e grande saraiva. (Como determina as profecias, a arca de Deus, a qual guarda os valores da nobre caminhada, a aliança de Deus entre os homens, foi profanada. Grandes e trágicos a acontecimentos, irá acontecer)

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