domingo, 27 de dezembro de 2020

PORTAL - GNA - UFOLOGIA - LUCAS 2, 22 - 40 - EVANGELHO DO DIA 27 DE DEZEMBRO DE 2020 - SANTO DO DIA - POSTAGEM ESPIRITUAL - GNA

 

LUCAS - 2, 22 - 40 - EVANGELHO DO DIA 27 DE DEZEMBRO DE 2020- REALIDADE ESPIRITUAL - GNA

Primeira Leitura
(1Jo 2,3-11)

Leitura da Primeira Carta de São João.
Caríssimos, 3para saber que conhecemos Jesus, vejamos se guardamos os seus mandamentos. 4Quem diz: “Eu conheço a Deus”, mas não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele. 5Naquele, porém, que guarda a sua palavra, o amor de Deus é plenamente realizado. O critério para sabermos se estamos com Jesus é este: 6quem diz que permanece nele, deve também proceder como ele procedeu.
7Caríssimos, não vos comunico um mandamento novo, mas um mandamento antigo, que recebestes desde o início; este mandamento antigo é a palavra que ouvistes. 8No entanto, o que vos escrevo é um mandamento novo – que é verdadeiro nele e em vós – pois que as trevas passam e já brilha a luz verdadeira. 9Aquele que diz estar na luz, mas odeia o seu irmão, ainda está nas trevas. 10O que ama o seu irmão permanece na luz e não corre perigo de tropeçar. 11Mas o que odeia o seu irmão está nas trevas, caminha nas trevas, e não sabe aonde vai, porque as trevas ofuscaram os seus olhos.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.
GNA  -  IRMÃOS, AQUI É TODO AQUELE QUE VIVE NESTE MUNDO CHAMADO TERRA. LEMBREM-SE, QUE TODOS SÃO FILHOS DE DEUS, E COMO JESUS DETERMINOU SOIS DEUSES, SOMOS TODOS IRMÃOS E FILHOS DA MESMA PROMESSA. ATÉ OS ANIMAIS, EMBORA UM REINO A PARTE, POSSUÍ A ESSÊNCIA DO CRIADOR, QUE NELES VIBRAM, CRESCE, EVOLUEM E UM DIA SEUS ESPÍRITOS, TORNARÃO O QUE SOMOS. PERDOAR, NOSSO IRMÃOS, NÃO É CONVIVER COM O MAL, É AFASTAI-VOS DO MAL, MAIS MESMO O MAL DEVE SER PERDOADO, POIS JESUS SEMPRE PERDOOU OS SEUS INIMIGOS, E INCLUSIVE NA MORTE NA CRUZ, PEDIU AO PAI PERDÃO POR ELES, POIS NÃO SAEM O QUE FAZEM ... VAMOS SABER O QUE FAZEMOS, O QUE FAREMOS, POIS SE NÃO PERDOARMOS, JAMAIS TEREMOS O PAI EM NÓS.



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— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor. 


22 Quando se completaram os dias para a purificação da mãe e do filho, conforme a Lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, a fim de apresentá-lo ao Senhor. 23 Conforme está escrito na Lei do Senhor: “Todo primogênito do sexo masculino deve ser consagrado ao Senhor”. 24 Foram também oferecer o sacrifício – um par de rolas ou dois pombinhos – como está ordenado na Lei do Senhor. 25 Em Jerusalém, havia um homem chamado Simeão, o qual era justo e piedoso, 26 e esperava a consolação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o Messias que vem do Senhor.
27 Movido pelo Espírito, Simeão veio ao Templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir o que a Lei ordenava, 28 Simeão tomou o menino nos braços e bendisse a Deus: 29 “Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz; 30 porque meus olhos viram a tua salvação, 31 que preparaste diante de todos os povos: 32 luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel”.
33 O pai e a mãe de Jesus estavam admirados com o que diziam a respeito dele. 34 Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus: “Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. 35 Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti uma espada te transpassará a alma”. 
36Havia também uma profetisa, chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada; quando jovem, tinha sido casada e vivera sete anos com o marido. 37Depois ficara viúva, e agora já estava com oitenta e quatro anos. Não saía do Templo, dia e noite servindo a Deus com jejuns e orações. 38Ana chegou nesse momento e pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém.
 
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

ANÁLISE DO GNA DO EVANGELHO DE LUCAS - 27 12 2020

Aqui estamos neste texto tentando entender a razão da purificação da mãe e do filho ... perguntaria em relação a lei, e nela se refere a lei de Moisés.
A lei foi dada a Moisés ou seria do Cristo a Moisés ... e esta lei, é aqui mostrada, e não adotada, e se veio do Deus verdadeiro anunciada por Jesus, seria eterna, pois nele não haveria erros e mudanças ... a reflexão acima, descreve o que Deus ainda determina, pois ainda hoje somos  prisioneiros de verdades que hoje muitos consideram como apenas histórias.
Alguém sabia e conhecia a relação deste menino em elevação vibratória do que Ele representaria para seu povo e para o Mundo. José e Maria ficaram admirados, e por que ficaram, se antes mesmo e após o nascimento, entre o Anjo revelador e sinais atestava essa verdade, e se admirar Naquele que sabia ser Mãe e Pai do enviado em Nome de Deus ... a tradição Judaica mostrava aos pais de Maria, São José e Maria estas verdades que jamais foram mudadas. Quando aconteceu a anunciação pelo Anjo Gabriel, faça de mim a sua escrava disse Maria, entre outras coisas lindas que este momento marcou a Cristandade. Cristo sempre existiu, o Cristo Planetário e cósmico nasceu entre nós, iguais em tudo, e se chamou Jesus de Nazaré ...
Profecias se referia aos sofrimentos futuros de Jesus ... e neles estariam os sofrimentos de Sua Mãe Maria.
Glória ao teu Povo Israel ... demonstra que Jesus veio para a glória deles e de todos os descendentes que viriam a existirem no futuro ... e a salvação que preparaste diante de todos os povos. Ana, da Tribo de Aser, deu seu testemunho dinate da grandeza deste menino, que seria a salvação e redenção de Israel que somos.

GNA - Este Evangelho de Lucas, destaca a nossa necessidade em saber que Jesus seria para elevação e queda de muitos. Seus pais sofreram, e muitos que o seguia sofreram e sofrem atualmente. A mensagem que fica, afirma na visão do velho Simeão, que Jesus é a Luz para iluminar as Nações ... será que é muito difícil entender o resultado desta presença Sagrada no Mundo. O Mundo e as pessoas sofrem, pois ainda não conhecem realmente Jesus.


Comentário
A luz divina que irrompeu na noite de Natal nunca perderá seu brilho. Simeão compreendeu quem era aquele Menino que tomou em seus braços e glorificou o Senhor por ter visto a salvação de Israel, o Salvador do mundo. Mergulhado em seu amor a nosso Senhor, pôde partir em paz: “Pode deixar teu servo partir em paz; porque meus olhos viram a tua salvação”. Que essa mesma luz brilhe diante de você, em sua existência e lhe conduza nesta vida.

Oração
Ó Deus invisível e todo-poderoso, que dissipastes as trevas do mundo com a vinda da vossa luz, volvei para nós o vosso olhar, a fim de que proclamemos dignamente a maravilhosa natividade do vosso Filho Unigênito. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.


São João Evangelista

O nome deste evangelista significa: “Deus é misericordioso”: uma profecia que foi se cumprindo na vida do mais jovem dos apóstolos. Filho de Zebedeu e de Salomé, irmão de Tiago Maior, ele também era pescador, como Pedro e André; nasceu em Betsaida e ocupou um lugar de primeiro plano entre os apóstolos.

Jesus teve tal predileção por João que este assinalava-se como “o discípulo que Jesus amava”. O apóstolo São João foi quem, na Santa Ceia, reclinou a cabeça sobre o peito do Mestre e, foi também a João, que se encontrava ao pé da Cruz ao lado da Virgem Santíssima, que Jesus disse: “Filho, eis aí a tua mãe” e, olhando para Maria disse: “Mulher, eis aí o teu filho”. (Jo 19,26s).

Quando Jesus se transfigurou, foi João, juntamente com Pedro e Tiago, que estava lá. João é sempre o homem da elevação espiritual, mas não era fantasioso e delicado, tanto que Jesus chamou a ele e a seu irmão Tiago de Boanerges, que significa “filho do trovão”.

João esteve desterrado em Patmos, por ter dado testemunho de Jesus. Deve ter isto acontecido durante a perseguição de Domiciano (81-96 dC). O sucessor deste, o benigno e já quase ancião Nerva (96-98), concedeu anistia geral; em virtude dela pôde João voltar a Éfeso (centro de sua atividade apostólica durante muito tempo, conhecida atualmente como Turquia). Lá o coloca a tradição cristã da primeiríssima hora, cujo valor histórico é irrecusável.

O Apocalipse e as três cartas de João testemunham igualmente que o autor vivia na Ásia e lá gozava de extraordinária autoridade. E não era para menos. Em nenhuma outra parte do mundo, nem sequer em Roma, havia já apóstolos que sobrevivessem. E é de imaginar a veneração que tinham os cristãos dos fins do século I por aquele ancião, que tinha ouvido falar o Senhor Jesus, e O tinha visto com os próprios olhos, e Lhe tinha tocado com as próprias mãos, e O tinha contemplado na sua vida terrena e depois de ressuscitado, e presenciara a sua Ascensão aos céus. Por isso, o valor dos seus ensinamentos e o peso de das suas afirmações não podiam deixar de ser excepcionais e mesmo únicos.

Dele dependem (na sua doutrina, na sua espiritualidade e na suave unção cristocêntrica dos escritos) os Santos Padres daquela primeira geração pós-apostólica que com ele trataram pessoalmente ou se formaram na fé cristã com os que tinham vivido com ele, como S. Pápias de Hierápole, S. Policarpo de Esmirna, Santo Inácio de Antioquia e Santo Ireneu de Lião. E são estas precisamente as fontes donde vêm as melhores informações que a Tradição nos transmitiu acerca desta última etapa da vida do apóstolo.

São João, já como um ancião, depara-se com uma terrível situação para a Igreja, Esposa de Cristo: perseguições individuais por parte de Nero e perseguições para toda a Igreja por parte de seu sucessor, o Imperador Domiciano.

Além destas perseguições, ainda havia o cúmulo de heresias que desentranhava o movimento religioso gnóstico, nascido e propagado fora e dentro da Igreja, procurando corroer a essência mesma do Cristianismo.

Nesta situação, Deus concede ao único sobrevivente dos que conviveram com o Mestre, a missão de ser o pilar básico da sua Igreja naquela hora terrível. E assim o foi. Para aquela hora, e para as gerações futuras também. Com a sua pregação e os seus escritos ficava assegurado o porvir glorioso da Igreja, entrevisto por ele nas suas visões de Patmos e cantado em seguida no Apocalipse.

Completada a sua obra, o santo evangelista morreu quase centenário, sem que nós saibamos a data exata. Foi no fim do primeiro século ou, quando muito, nos princípios do segundo, em tempo de Trajano (98-117 dC).

Três são as obras saídas da sua pena incluídas no cânone do Novo Testamento: o quarto Evangelho, o Apocalipse e as três cartas que têm o seu nome.

São João Evangelista, rogai por nós!

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