terça-feira, 29 de junho de 2021

PORTAL - GNA - MATEUS - 08, 23 - 27 - O EVANGELHO DO DIA 29 06 21 - SANTO DO DIA - POSTAGEM - ESPIRITUAL - GNA

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MATEUS - 8, 23 - 27 - EVANGELHO DO DIA 29 DE JUNHO DE 2021 - REALIDADE ESPIRITUAL - GRUPO DE NATUREZA ALIENÍGENA - GNA


EVANGELHO DO DIA
(MT 8,23-27)




Naquele tempo, 23 Jesus entrou na barca, e seus discípulos o acompanharam. 24 E eis que houve uma grande tempestade no mar, de modo que a barca estava sendo coberta pelas ondas. Jesus, porém, dormia.
25 Os discípulos aproximaram-se e o acordaram, dizendo: “Senhor, salva-nos, pois estamos perecendo!” 26 Jesus respondeu: “Por que tendes tanto medo, homens fracos na fé?” Então, levantando-se, ameaçou os ventos e o mar, e fez-se uma grande calmaria. 27 Os homens ficaram admirados e diziam: “Quem é este homem, que até os ventos e o mar lhe obedecem?”
— Palavra da Salvação.

EVANGELHO 
(MT 8,23-27)


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ANÁLISE DO GNA DO EVANGELHO DE JESUS ESCRITO POR MATEUS
Hoje, o Evangelista e Apóstolo de Jesus, naqueles dias, ensina sobre a fé ... alcançar o domínio sobre si mesmo, saber, ter certeza e acreditar, são os verdadeiros ingredientes de quem realmente possuí a fé, e ela não esta racionalizada, e sim a parte exata do que vive ... Jesus, vivia a fé, e em todos os momentos sabia, tinha certeza e realizava ... 
Aqui, neste pequeno Evangelho, uma situação de medo, inconcebível diante dos que sabem, e acreditam que o poder e a realidade sempre estará na frente dos acontecimentos. As vezes desejamos algo, e muitas vezes acontecem, não pela razão que ali foi aplicada a fé ... pois, muitos erradamente dizem que é preciso ter muita fé para que o que queremos seja realizado. Outros, dirão que consegui algo pois fez um pedido a Deus, a Jesus, aos céus e foi atendido ... chegam até a dizer que Deus é brasileiro, que o Céu ouviu a sua voz ... e o que pensar quando precisamos dela, pedimos e esperamos ... o que dizer daqueles que tentam barganhar com Deus, oferecendo tantas coisas para poderem serem atendidos ... quantos fazem em nome da fé, motivos imperiosos de se dizer, Deus está comigo. A fé não é pedida, a fé não é um ritual, uma manifestação de humanos em relação a Deus. A fé é o resultado do valor e da valorização em nome do merecimento que justifique o caminhar de alguém. As vezes, e por vezes, dizemos que Deus vai nos proteger, que iremos viajar e voltaremos em segurança ... como vemos, existem vários motivos para provar, pedir e exaltar a fé do acreditar ... será que ter fé garante a felicidade, garante sermos escutados, ter nossos desejos realizados ... quantos na vida pedem honestamente, e nada conseguem, e quantos nem pedem e conseguem realizações e ganhos ... 
Para simplificar entendimentos, este Evangelho do Reino expressa a razão de ainda sermos fracos no viver, ter medos de tudo e deixar de acreditar nas nossas possibilidades. Jesus, naqueles tempos disse que somos deuses, e como sendo deuses ainda precisamos pedir algo, desejar algo ou necessidades de ajudas e pedidos aos céus ... não bastaria esperar, fazer o melhor e se determinar o que está determinado para nossas vidas ... 
Jesus comandava até os ventos, e o que seria o vento diante dos poderes ocultos que tanto duvidamos ou fazemos pedidos para sermos atendidos ... será que naquele barco, a fraqueza de dois e a fortaleza de três faria diferenças na situação de pânico que se instalou naquele pequeno barco ... para Jesus, nada fora do normal, pois tempestades acontecem muitas vezes, e se alguém ali fosse morrer, poderemos dizer, fatalidade, falta de fé, chegou a hora, mereceu a morte, eu azar ... tudo e mais um pouco seria o resultado final que muitos diriam que nada aconteceu pois eles estavam com a fé em acreditar que tudo terminaria com um bom final. Ter fé e tudo terminar bem, é fé verdadeira ... e se for o contrário ... 
Deste Evangelho de Jesus, apenas deveremos compreender como ainda somos fracos, e essas fraquezas é por medo da morte .... e aconselho a mudarmos os paradigmas de nossa fé, trocando a mesma pela fortaleza, ao contrário da fraqueza, aumentando nossos valores aos princípios sagrados e aos postulados do Cristo, pois assim fazendo, estaremos sempre com ele, mesmo que esteja dormindo, estaremos a salvo ... assim, poderemos entender que podemos ir em paz, que esta fé te salvou ... a verdadeira fé para mim, é aquela exercida com a consciência limpa, com a paz dos pecados perdoados e não mais existentes ... se chegar a hora da partida, sejamos fortes e vitoriosos, pois vencemos a morte, não a física e sim a espiritual.
Jesus está presente entre nós, como em todas as barcas do mundo. As tempestades e o balanço das águas do mar, representa as turbulências que enfrentamos. Profeticamente, águas, representa Povos e Nações. Os ventos são forças que ajudam a derrubar, destruir capacidades e quando Jesus com Sua presença ordenou, os elementos se acalmaram, o equilíbrio e a paz se fez ... é muito importante entendermos este pequeno Evangelho, para que possamos aprender que Jesus é a condição máxima para nos proteger dos ventos, das presenças das águas turbulentas que representam povos e pessoas que não pertencem e não vivem na presença de Jesus. Já expliquei, que ter Jesus ou viver na Sua presença é necessário viver nas Leis Sagradas e diante de Seus ensinamentos, pois do contrário não o teremos em nossas vidas.

Comentário
Certamente cada um de nós, ou nossa família, já teve de enfrentar situações difíceis e até dramáticas. No entanto, mais adiante compreendemos que Deus se fez presente naquela realidade difícil, pois confiamos nele. Cristo vem nos mostrar no episódio do mar bravio que Deus submete até a força da natureza sob seu domínio, e a educa. Na verdade, o Senhor nos educa por sua Palavra, e por isso quem nele confia não pode ser levado pelo medo: “Por que tendes tanto medo, homens fracos na fé?” Confiemos um pouco mais no Senhor.

Oração
Ó Deus, pela vossa graça, nos fizestes filhos da luz. Concedei que não sejamos envolvidos pelas trevas do erro, mas brilhe em nossas vidas a luz da vossa verdade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

SANTO  DO  DIA
  • São Pedro e São Paulo

    A liturgia comemora São Pedro e São Paulo, os dois grandes Apóstolos da primeira comunidade cristã, como mestres e confessores da fé. Esta solenidade é uma das mais antigas da Igreja, sendo anterior até mesmo à comemoração do Natal. Já no século IV havia a tradição de, neste dia, celebrar três missas: a primeira na basílica de São Pedro, no Vaticano; a segunda na basílica de São Paulo Fora dos Muros e a terceira nas catacumbas de São Sebastião, onde as relíquias dos apóstolos ficaram escondidas para fugir da profanação nos tempos difíceis.

    E mais: depois da Virgem Santíssima e de são João Batista, Pedro e Paulo são os santos que têm mais datas comemorativas no ano litúrgico. Além do tradicional 29 de junho, há: 25 de janeiro, quando celebramos a conversão de São Paulo; 22 de fevereiro, quando temos a festa da cátedra de São Pedro; e 18 de novembro, reservado à dedicação das basílicas de São Pedro e São Paulo.

    O Papa emérito Bento XVI apresenta Pedro e Paulo como “fundamentos da Igreja”: “Os dois Santos padroeiros de Roma, mesmo tendo recebido de Deus carismas e missões diferentes, são ambos fundamentos da Igreja una, santa, católica e apostólica, permanentemente aperta à dinâmica missionária e ecuménica”.

    Antigamente, julgava-se que o martírio dos dois apóstolos tinha ocorrido no mesmo dia e ano e que seria a data que hoje comemoramos. Porém o martírio de ambos deve ter ocorrido em ocasiões diferentes, com são Pedro, crucificado de cabeça para baixo, na colina Vaticana e são Paulo, decapitado, nas chamadas Três Fontes. Mas não há certeza quanto ao dia, nem quanto ao ano desses martírios.

    A morte de Pedro poderia ter ocorrido em 64, ano em que milhares de cristãos foram sacrificados após o incêndio de Roma, enquanto a de Paulo, no ano 67. Mas com certeza o martírio deles aconteceu em Roma, durante a perseguição de Nero.

    Há outras raízes ainda envolvendo a data. A festa seria a cristianização de um culto pagão a Remo e Rômulo, os mitológicos fundadores pagãos de Roma. São Pedro e são Paulo não fundaram a cidade, mas são considerados os “Pais de Roma”. Embora não tenham sido os primeiros a pregar na capital do império, com seu sangue “fundaram” a Roma cristã. Os dois são considerados os pilares que sustentam a Igreja tanto por sua fé e pregação como pelo ardor e zelo missionários, sendo glorificados com a coroa do martírio, no final, como testemunhas do Mestre.

    São Pedro é o apóstolo que Jesus Cristo escolheu e investiu da dignidade de ser o primeiro papa da Igreja. A ele Jesus disse: “Tu és Pedro e sobre esta pedra fundarei a minha Igreja”. São Pedro é o pastor do rebanho santo, é na sua pessoa e nos seus sucessores que temos o sinal visível da unidade e da comunhão na fé e na caridade.

    São Paulo, que foi arrebatado para o colégio apostólico de Jesus Cristo na estrada de Damasco, como o instrumento eleito para levar o seu nome diante dos povos, é o maior missionário de todos os tempos, o advogado dos pagãos, o “Apóstolo dos Gentios”.

    São Pedro e são Paulo, juntos, fizeram ressoar a mensagem do Evangelho no mundo inteiro e o farão para todo o sempre, porque assim quer o Mestre.

    A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Judite, Ema e Anastácio.

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