segunda-feira, 6 de outubro de 2025

PORTAL - GNA - UFOLOGIA - O APOCALIPSE DE MALAQUIAS - MARATONA APOCALIPSE - 07 10 25 - POSTAGEM ESPIRITUAL CÓSMICA - GRUPO DE NATUREZA ALIENÍGENA - GNA

 










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Depois de Malaquias, não temos registrado nenhuma revelação de Deus. O silêncio divino é uma das contribuições para preparar o mundo para o advento do Messias.

Malaquias 3.1-4 CULTO 2º DOMINGO DE ADVENTO VIOLETA CICLO DO NATAL ANO C Comunidade Vida Nova Presencial e Online Sapiranga/RS 05/12/2021 P. William Felipe Zacarias Amados irmãos, amadas irmãs, (A pregação inicia com recortes de jornais com notícias das últimas semanas). A grande verdade é que nós vivemos no mundo das más notícias. Basta abrirmos um jornal para percebermos que, de fato, a queda do ser humano em Gênesis 3 é mais real do que se possa imaginar. Aliás, bastou os laços entre Deus e os seres humanos serem quebrados em Gênesis 3 para que, em Gênesis 4, Caim tirasse a vida de Abel, o seu próprio irmão. As manchetes surgem da queda. Vivemos em um mundo caído no pecado e afastado da presença de Deus. Há quem diga que o ser humano nasce bom, mas é corrompido pela sociedade. Mentira! Do ponto de vista bíblico, por causa da queda em Gênesis 3, todos já nascemos afastado de Deus e inclinados a fazer o mal. Tudo o que fazemos está debaixo do sinal do pecado, até mesmo as coisas boas, diria Lutero. Agostinho de Hipona, um importante teólogo do início da era cristã, diz: “eu não posso não pecar”. Mesmo que a sociedade veja a realidade do pecado como algo que não existe, basta abrirmos um jornal para descobrirmos que há algo bem errado com o ser humano. Mesmo que pratiquemos uma boa moralidade e nos achemos superiores por fazermos “tudo certo”, diante de Deus isso não vale absolutamente nada para a salvação. Desde Gênesis 3 nós estamos completamente afastados de Deus. Isaías 59.2 nos diz: “Mas as iniquidades de vocês fazem separação entre vocês e o seu Deus;”. Paulo também nos diz em Romanos 3.23: “Todos pecaram e carecem da glória de Deus.” Paulo diz também em Romanos 3.10-12: “Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus. Todos se desviaram e juntamente se tornaram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer.” Poderíamos pensar: “Mas há quem faça o bem”. Sim. Porém, debaixo do sinal do pecado, mesmo o bem que praticamos é mal se o fazemos para conquistarmos a salvação, já que o nosso próprio esforço não consegue superar a separação que há entre Deus e os seres humanos. O bem que fazemos também está debaixo do sinal do pecado. O ser humano é alguém rebelde e que naturalmente se inclina a virar suas costas para Deus ao invés de viver diante de Deus. 2 Estas são péssimas notícias. As notícias, porém, não são o problema original. Elas são apenas os sintomas de algo muito mais profundo e trágico: o afastamento do ser humano de Deus a partir de Gênesis 3. O problema original leva a existirem problemas cotidianos. Nosso relacionamento com Deus foi quebrado. A partir disso, o ser humano quer ser o seu próprio deus, encurvado em si mesmo e voltado apenas para os seus próprios desejos e vontades. O ser humano quer realizar sua vontade de potência e ser seu próprio deus, não permitindo em sua vida nenhum outro deus a não ser ele mesmo. A mensagem do profeta de Malaquias também surge em um contexto complicado. Na verdade, não sabemos o nome do autor do livro. Seu nome não é Malaquias. A palavra Malaquias no hebraico do Antigo Testamento significa o mensageiro do Senhor. Portanto, o livro foi escrito por alguém que está trazendo uma mensagem tão importante que nem o seu próprio nome foi mencionado. Ele escondeu o seu nome para que nada chamasse mais atenção ou fosse mais importante que a mensagem que ele trazia. Sim! Para o profeta do livro Malaquias, a mensagem é mais importante que o mensageiro. Este profeta – de nome desconhecido – viveu em um período complicado da história do seu povo. Judá já havia retornado do exílio babilônico. Havia, inclusive, reconstruído o grandioso Templo de Jerusalém. Porém, os tempos de glória vividos com Esdras e Neemias eram coisa do passado. O profeta de Malaquias vive em um tempo de bastante frieza espiritual e ceticismo; um tempo em que as pessoas tinham dificuldades em acreditar verdadeiramente em Deus. O povo estava cumprindo seus rituais de maneira automática e sem reflexão. Havia muitos rituais, mas pouca adoração verdadeira ao Deus vivo. Seja quem for o autor desse livro, certamente o nome dado ao livro faz jus ao seu conteúdo: ele foi um verdadeiro mensageiro do Senhor. O livro Malaquias pode ser dividido em duas partes: nos caps. 1-2 nós encontramos a denúncia do profeta ao pecado do povo; nos caps. 3-4 nós lemos sobre o julgamento de Deus para a purificação do seu povo dos seus pecados. O profeta de Malaquias faz um apelo poderoso, apaixonado e suplicante. A mensagem do profeta é que o povo se arrependa dos seus pecados e volte a Deus. O Dia do Senhor virá. É preciso estar preparado, antes que seja tarde. Malaquias está colocado como último livro do Antigo Testamento para que ao lermos seu conteúdo, nos preparemos para a boa-nova do Novo Testamento. 3 No cap. 3, verso 1, o profeta de Malaquias fala do Mensageiro do Senhor que irá preparar o caminho. Intérpretes da Bíblia atribuem essa função a João Batista. Importante é destacar as funções: João Batista é o mensageiro da Aliança, mas não é quem efetua a Aliança. O que é uma aliança? É um laço que não pode ser desfeito. Estávamos afastados da presença de Deus por causa do pecado. Porém, o profeta de Malaquias está anunciando que virá aquele que será o mensageiro da Aliança. Contudo, não é o mensageiro da Aliança quem morre em uma cruz para conceder salvação ao ser humano perdido. A profecia se cumpriu. João Batista é aquele que veio para preparar o caminho do Senhor. Inclusive, a mensagem de João Batista era muito parecida com a mensagem do profeta de Malaquias: ambos enfatizam a necessidade do arrependimento e conversão. Assim nos diz João 1.6-8: “Houve um homem enviado por Deus, e o nome dele era João. Ele veio para testificar a respeito da luz, para que todos viessem a crer por meio dele. Ele não era a luz, mas veio dar testemunho da luz, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina toda a humanidade.” João não era a luz, mas veio dar testemunho da luz. Da mesma forma, João não é o realizador da Aliança, mas apenas o mensageiro da Aliança, pois a realização da Aliança acontece com a morte do Messias na cruz. É preciso destacar que – ao contrário do que se vê hoje – João Batista não coloca glória nenhuma sobre si. Assim como o profeta de Malaquias – cujo nome até desconhecemos –, também João Batista esconde a si mesmo para que apenas Jesus apareça. Ele diminui para que Jesus cresça. Hoje nós vemos humanos que em nome de Deus querem fazer grandes os seus próprios nomes. São capazes de tudo para isso. Usam o nome de Deus para qualquer coisa, seja em igrejas, na política, no futebol, assim por diante. Usam o nome de Deus em nome de uma glória própria, enquanto João Batista se escondia para que em sua vida todos vissem apenas a Jesus. A profecia do profeta de Malaquias se cumpriu. João Batista veio a ser o mensageiro da Aliança, aquele que preparou o caminho para a vinda de Jesus. E isso lhe custou caro! Falar a verdade pode custar caro! No caso de João Batista, falar a verdade lhe custou a própria cabeça, pois foi decapitado. Importante é não calar a verdade sobre o Reino de Deus mesmo que os ouvidos doam e os corações se fechem como pedras ou mesmo que os comentários nas redes sociais sejam os mais ofensivos possíveis! É preciso ter a mesma coragem de João Batista, mesmo que isso custe a nossa própria cabeça. A verdade não pode ser calada mesmo que grande parte das pessoas se neguem a vê-la face a face. 4 No cap. 3, verso 2, lemos: “Quem suportará a sua vinda? E quem poderá subsistir quando ele aparecer?” De fato, houve quem não suportou a vinda de João Batista, o mensageiro da Aliança. Menos suportável ainda foi a vinda do Realizador da Aliança: Jesus Cristo. Como o Messias e Deus poderia nascer dentro de um paiol sujo, fedido e cheio de coco e xixi? Queridos e queridas, assim como as pessoas daquela época, muitas vezes também nós procuramos a glória de Deus no lugar errado. Queremos a glória de Deus em grandes manifestações. Porém, a glória de Deus escolheu se revelar em um paiol sujo e fedido. A boa notícia – em meio às tantas péssimas notícias – é que o Messias não veio para julgar e castigar o mundo, como esperava o profeta de Malaquias. Por isso, é sempre importante interpretar a Bíblia a partir dela mesma. Até mesmo os discípulos de Jesus esperavam o dia em que ele se assentaria no trono em Jerusalém para que, como Rei, governasse e julgasse o seu povo. Também os discípulos foram contaminados pela fome de poder. Da mesma forma, também hoje parece que tudo o que os evangélicos querem é o poder, enquanto, na verdade, o Reino de Deus não é deste mundo. Porém, Jesus não veio para assentar-se em um trono terreno, mas para morrer na cruz. Embora isso seja completamente inesperado aos seres humanos, nunca foi inesperado ao próprio Deus. O menino que nasceu em Belém não veio para julgar o mundo, mas para morrer em nosso lugar na rude cruz. Esse é o claro objetivo da sua encarnação. A cruz não foi um erro de percurso, mas a realização do plano de salvação. Na cruz, o justo se torna o pecado para que os pecadores sejam tornados justos. Na cruz, o completo afastamento dos seres humanos de Deus é eliminado. Talvez nos perguntemos: “Mas Deus não poderia simplesmente perdoar os seres humanos, sem a morte de seu Filho na cruz?” Se isso acontecesse, Deus estaria corrompendo a sua própria justiça, pois não é justo simplesmente absolver quem tem dívidas a pagar. A justiça precisa ser feita. Outra solução seria então a eliminação de toda a humanidade, para sempre. Porém, isso iria contradizer o amor de Deus que não quer a aniquilação do ser humano, mas a sua salvação. Assim, o próprio Deus na pessoa e na obra do Filho morre em uma cruz, cumprindo, ao mesmo tempo, a justiça e o amor de Deus: a justiça porque alguém assumiu toda a culpa, como deve ser; o amor porque não estamos mais perdidos e condenados, mas fomos salvos através da obra de Cristo na cruz. Assim, Jesus veio de maneira completamente diferente da esperada pelo profeta de Malaquias. Graças a Deus! Glória a Deus! 5 Amados irmãos, amadas irmãs, em meio às tantas notícias ruins do mundo presente, o profeta de Malaquias nos traz a maravilhosa boa-nova da Aliança de Deus com o ser humano. A Aliança, no Antigo Testamento, sempre era realizada com o derramamento do sangue de animais; agora, a Nova Aliança (Novo Testamento) é feita através do derramamento do sangue do próprio Filho de Deus. Esta é uma excelente notícia: o Messias não vai nascer novamente no dia 25 de Dezembro. Ao contrário, ele já veio. Como Emanuel, está conosco enquanto vivemos o Tempo da Igreja com tantas manchetes ruins e até indignantes. Ele não vai nascer novamente, mas já está entre nós. O Natal não é a espera de um novo nascimento de Jesus, mas a comemoração daquilo que já aconteceu. Ele veio não como um juiz implacável, mas como um “amigo mais chegado que um irmão”, amável e querido. Essa é uma boa notícia! Porém, o advento possui uma outra dimensão por vezes esquecida: a esperança na volta de Jesus. Sim! Um dia ele voltará! Ele virá novamente! Desta vez, em poder e glória. Desta vez, para salvar os arrependidos e julgar os perdidos. Portanto, o tempo de preparação é agora, antes que a última trombeta ressoe sua nota de aviso. A volta de Jesus será um evento tão impactante e grandioso que até mesmo os mortos serão despertados para contemplarem a vinda do Messias (cf. 1 Tessalonicenses 4.13-18). Aqueles que agora descansam na sepultura – em corpo e alma – e que criam verdadeiramente em Jesus Cristo como Senhor e Salvador serão despertados para se mudarem para o lar permanente e eterno, enquanto o que não criam e nem confessavam Jesus Cristo como Senhor e Salvador serão ressuscitados para a perdição e condenação eterna. Portanto, estejamos a todo tempo preparados, pois não sabemos em que dia o Salvador virá. Nos diz Mateus 24.36: “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai.” Portanto, esteja preparado! Cuidado com as tentações deste mundo perdido. Como Jesus nos encontraria se a sua volta fosse exatamente neste momento? Estamos levando a vida de fé à sério? Ou estamos brincando de igrejinha? A própria Escritura demonstra que suas promessas se cumprem quando, ao seu tempo, Jesus nasceu entre nós. Da mesma forma, podemos crer e esperar pelo dia em que ele virá novamente. Para os que creem, a volta de Jesus será uma boa notícia. Que seja também a todos nós que ouvimos a Palavra de Deus neste dia. 6 Sejamos também como o profeta de Malaquias. Não queiramos fazer o nosso nome maior que o nome de Jesus, afinal de contas, o nome de Jesus é o nome sobre todo nome (cf. Filipenses 2.5-11). Em nosso dia a dia, também nós sejamos Malaquias, ou seja, mensageiros do Senhor. Às vezes compartilhamos tantas besteiras nas redes sociais. Vamos compartilhar da boa notícia da lembrança da primeira vinda de Jesus e da esperança da volta de Jesus para que mais pessoas creiam e sejam salvas no último dia. Em meio às notícias do dia a dia, lembremos da melhor notícia que o mundo já recebeu: “É que hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor”. (Lucas 2.11). Se essa não for a principal notícia do natal, então não há natal! O natal tem se resumido a presentes e Papai Noel. Porém, sem Jesus, não há natal! Com Jesus, mesmo sem presentes, pinheirinho ou Papai Noel, há natal. Vamos cuidar com aquilo que estamos ensinando aos nossos filhos em casa. Não foi Papai Noel quem morreu na cruz! Aliás, o próprio Nicolau de Mirra em quem o Papai Noel é inspirado estaria horrorizado com o imaginário criado em torno dele nos dias de hoje. Hoje é o Domingo da Notícia e a notícia é esta: O Salvador já veio e voltará novamente. Recebamos essa notícia com alegria e gratidão. Ele nos uniu a Deus novamente. Os méritos são dele, não nossos. Isso é graça. Amém.


https://www.biblegateway.com/passage/?search=Malaquias%201-4%2CApocalipse%2021-22&version=VFL


Esta é a mensagem que o SENHOR enviou ao povo de Israel. Deus escolheu a Malaquias para falar esta mensagem ao seu povo.

Como saber que Deus sempre nos amou?

O SENHOR diz: “Eu sempre amei vocês”.

O povo diz: “Como podemos saber que o Senhor sempre nos amou?”

O SENHOR responde: “Vocês sabem que Esaú e Jacó eram irmãos e que, no entanto, escolhi[a] Jacó mas rejeitei[b] Esaú. Eu destruí as montanhas de Esaú[c] e entreguei suas terras aos chacais do deserto”.

O povo de Edom diz: “Fomos destruídos, porém voltaremos a reconstruir as nossas cidades”.

O SENHOR Todo-Poderoso diz: “Vocês poderão reconstruir as suas cidades, mas eu voltarei a destruí-las. Então as pessoas dirão que Edom é território perverso, o qual foi amaldiçoado pelo SENHOR para sempre.

“Vocês do povo de Israel irão ver tudo isso e dirão: ‘O poder do SENHOR vai além das fronteiras de Israel!’”

Como faltamos com o respeito a Deus?

O SENHOR Todo-Poderoso diz: “Os filhos honram aos seus pais e os servos honram aos seus senhores. Já que eu sou seu pai, por que então vocês não me honram como mereço? Já que eu sou seu senhor, por que então vocês não me respeitam como mereço? Vocês, os sacerdotes, não me respeitam!”

Os sacerdotes dizem: “O que fizemos para lhe faltar com o respeito?”

O SENHOR diz: “Vocês têm oferecido alimentos impuros no meu altar”.

Os sacerdotes dizem: “Por que o Senhor acha que esses alimentos são impuros?”

O SENHOR diz: “Porque vocês têm considerado que o altar do SENHOR é algo desprezível! Por acaso vocês acham que é certo oferecer como sacrifício um animal cego? Não é errado que sejam sacrificados animais aleijados ou doentes? Levem um desses animais ao seu governador para ver se ele gosta de receber esse tipo de presente. Vocês acham que ele lhes agradeceria por isso?”

Malaquias diz: “Agora, mesmo que peçam a Deus para ter compaixão de vocês, ele não os escutará. E a culpa é de vocês, já que ninguém faz o que agrada a Deus. Foi o SENHOR Todo-Poderoso quem me disse isso”.

10 O SENHOR Todo-Poderoso diz: “Gostaria que um de vocês fechasse as portas do templo. Assim vocês não continuariam oferecendo sacrifícios inúteis. Todos vocês fazem o mal, não aceitarei nada que venha de vocês. 11 Pois, desde onde nasce o sol até onde ele se põe, o meu nome é honrado entre as nações. Em todo lugar se queima incenso para dar honra ao meu nome e fazem ofertas puras, porque a minha fama é grande entre as nações. 12 Vocês mancham a minha reputação quando pensam que o altar do SENHOR não merece respeito e quando desprezam a colheita e a comida que se oferece ali. 13 Também quando vocês dizem: ‘Que nojo!’ Quando vocês olham com desprezo esses alimentos e logo trazem para mim como oferta animais roubados, aleijados e doentes. Por acaso vocês acham que eu os receberei com gosto? 14 Maldito seja o trapaceiro que promete oferecer um de seus melhores animais ao SENHOR, mas na realidade lhe oferece em sacrifício o animal que tem mais defeitos! Eu sou o grande rei e todas as nações respeitam o meu nome!

“Agora, sacerdotes, eu lhes dou esta ordem: se não me obedecerem nem respeitarem o meu nome, os castigarei e converterei todas as suas bênçãos em maldições. De fato, eu já os amaldiçoei porque vocês não têm respeitado o meu nome. Vocês podem ter absoluta certeza disto!

“Castigarei os seus filhos, esfregarei no rosto de vocês as fezes dos animais que vocês sacrificarem nas suas festas religiosas. Eu jogarei vocês sobre as fezes desses animais! Assim vocês aprenderão que fui eu quem lhes deu esta ordem. Eu dei esta ordem para que se mantenha a minha aliança com a tribo de Levi.

“A minha aliança com eles consistia em lhes dar vida e paz, e eu cumpri isso durante todo o tempo em que eles me respeitaram. Eles me respeitavam e sentiam admiração pelo meu nome. Eles eram leais à lei e nunca apoiaram o mal. Levavam uma vida justa e em paz diante de mim e evitavam que muita gente fizesse o mal. As pessoas buscam um sacerdote quando elas precisam de conhecimento e instrução, pois eles são mensageiros do SENHOR Todo-Poderoso.

“Mas vocês se afastaram do caminho de Deus e com a sua instrução fizeram que muitos tropeçassem e caíssem. Vocês quebraram a aliança que fiz com Levi. Vocês não vivem da maneira que eu lhes ordenei e têm se afastado dos meus ensinamentos mostrando parcialidade. Por isso farei com que vocês sintam vergonha e que todos deixem de respeitar vocês. Vocês podem ter absoluta certeza disto!”

Por que Deus não aceita as nossas ofertas?

10 Malaquias diz: “Não temos todos nós o mesmo Pai? Não foi o mesmo Deus quem fez a todos nós? Então, por que há quem não mantém a promessa feita ao seu irmão? Ao fazer isso quebram a aliança que Deus fez com os nossos antepassados! 11 As pessoas de Judá não tem sido leais a Deus. Uma coisa horrível tem sido feita em Israel e em Jerusalém: o povo de Judá tem desrespeitado o templo sagrado do SENHOR, o lugar que ele ama. Os homens de Judá têm se casado com mulheres que adoram um outro deus. 12 Que o SENHOR tire da nação de Jacó as pessoas que fizeram isso e as testemunhas que apoiaram isso![d] Não importa as ofertas que elas possam trazer ao SENHOR Todo-Poderoso! 13 Além disso, vocês inundam de lágrimas e lamentações o altar do SENHOR. Mesmo assim ele não se agrada com as ofertas que vocês lhe trazem. Ele não aceita as ofertas de vocês”.

14 O povo diz: “Por que ele não aceita as nossas ofertas?”

Malaquias responde: “Porque o SENHOR é testemunha da aliança matrimonial que cada um de vocês, quando jovem, fez com a mulher com quem se casou. Mas vocês se divorciaram dela, embora, para vocês, ela fosse ao mesmo tempo uma companheira fiel e uma esposa que pertence ao povo de Deus. 15 Ninguém com um pouco de lealdade a Deus faria isso. O que faria uma pessoa que fosse leal a Deus? Ela procuraria que seus filhos fossem parte do povo de Deus.[e] Por isso, façam o que é certo e sejam leais à mulher com quem se casaram quando eram jovens!”

16 O SENHOR, Deus de Israel, diz: “Uma pessoa mostra que ela é uma pessoa cruel[f] quando odeia a sua mulher e se divorcia dela, deixando-a sem condições de se sustentar a si mesma. Isso foi o que o SENHOR Todo-Poderoso disse. Portanto, façam o que é certo e não sejam desleais!”

Onde está o Deus da justiça?

17 Malaquias diz: “O SENHOR está cansado de ouvir o que vocês falam”.

O povo diz: “Por que se cansou de nos ouvir?”

Malaquias responde: “Porque ele está cansado de ouvir vocês dizendo que diante do SENHOR os maus são bons e que Deus se sente à vontade ao lado deles. Ele também está cansado de ouvir vocês perguntando: ‘Onde está o Deus da justiça?’”

O SENHOR Todo-Poderoso diz: “Olhem, eu estou enviando o meu mensageiro para preparar o meu caminho. O Senhor, a quem vocês estão procurando, virá de súbito ao templo; já vem aquele a quem vocês tanto aguardam: o mensageiro da aliança”.

Malaquias diz: “Quem será capaz de resistir quando ele chegar? Quem poderá ficar de pé diante dele quando ele aparecer? Porque ele é como o fogo que se usa para fazer que a prata fique pura. Ele é também como um alvejante que se usa para lavar a roupa muito suja. Ele fará com que os filhos de Levi sejam puros da mesma forma como se faz para que a prata seja pura. Ele os limpará da mesma forma como se limpa o ouro e a prata. Então, eles serão sacerdotes do SENHOR e apresentarão ofertas aceitáveis a ele. Então o SENHOR aceitará as ofertas de Judá e Jerusalém da mesma forma que ele as aceitava no passado”.

O SENHOR Todo-Poderoso diz: “Eu os acusarei no juízo e darei o meu rápido testemunho contra aqueles que praticam a bruxaria, contra aqueles que cometem adultério, contra aqueles que mentem nos tribunais, contra aqueles que roubam o salário dos trabalhadores, contra aqueles que oprimem tanto as viúvas como os órfãos e contra aqueles que não respeitam os direitos dos imigrantes: contra toda essa gente que me falta o respeito”.

Como voltaremos para Deus?

O SENHOR diz: “Eu sou o SENHOR e por isso continuo sendo fiel à minha aliança com vocês. Vocês são filhos de Jacó e por isso continuam sendo trapaçeiros como ele. Vocês têm me desobedecido desde os dias dos seus antepassados. Voltem para mim e eu voltarei para vocês”.

O povo diz: “Como voltaremos para o Senhor?”

O SENHOR diz: “Pode o ser humano roubar a Deus? Mas vocês estão me roubando!”

O povo diz: “No que nós temos lhe roubado?”

O SENHOR diz: “Nos dízimos e nas ofertas! A nação toda está me roubando e por isso está caindo uma maldição sobre todos vocês.

10 “Vocês deverão trazer todos os dízimos e colocá-los no tesouro do templo. Assim a minha casa terá alimentos. Vocês podem me provar nisso e confirmar se eu não deixarei de abrir as janelas do céu para derramar sobre vocês uma chuva de bênçãos até o ponto que vocês tenham tudo de sobra. 11 Farei com que as pragas dos campos fiquem longe para que não destruam o que vocês têm cultivado e para que a sua vinha produza fruto. Vocês podem ter absoluta certeza disto!

12 “Todas as nações falarão bem de vocês, porque vocês terão uma terra boa e rica”.

Que proveito temos em servir a Deus?

13 O SENHOR diz: “Vocês têm falado muito mal de mim”.

O povo diz: “O que quer dizer? No que temos falado mal do Senhor?”

14 O SENHOR responde: “Vocês têm falado que não vale a pena adorar a Deus. É nisso que vocês têm falado mal de mim. Vocês têm dito: ‘Que proveito temos em servir a Deus? Que proveito temos em andar de luto diante do SENHOR Todo-Poderoso?’ 15 Vocês afirmam que as pessoas arrogantes são abençoadas, que tudo dá certo com as pessoas que fazem o mal e que nada acontece às pessoas que desafiam a Deus”.

16 As pessoas que respeitavam o Senhor falaram umas com as outras sobre isso, e o Senhor as escutou com atenção. Então ele fez com que fosse escrito num livro de memórias os nomes de aquelas pessoas que respeitam o Senhor e dão honra ao seu nome.

17 O SENHOR Todo-Poderoso diz: “Elas serão o meu tesouro no dia que eu tenho marcado. Terei compaixão delas da mesma forma que o pai tem compaixão do filho que lhe obedece. 18 Vocês voltarão a notar a diferença que existe entre as pessoas boas e más, entre as pessoas que servem a Deus e as que não lhe servem.

“Está vindo o dia, quente como um forno, no qual todas as pessoas arrogantes e as que fazem o mal serão como a palha que o fogo queima. Elas serão queimadas da mesma forma que os arbustos são queimados e perderão até as suas raízes e ramas. Mas para vocês, os que respeitam o meu nome, brilhará o sol da justiça que os curará com o seu calor e sairão livremente pulando como bezerros saudáveis. Vocês, que respeitam o meu nome, pisarão nos perversos da mesma forma que vocês pisam o pó debaixo dos seus pés. Tudo isso acontecerá quando chegar o dia que tenho marcado. Vocês podem ter absoluta certeza disto!

“Não se esqueçam da lei que dei ao meu servo Moisés no monte Sinai. Essa lei contém as leis e as regras para todo o povo de Israel.

“Olhem, vou enviar o profeta Elias a vocês antes que chegue o grande e terrível dia do SENHOR. Elias ajudará a fazer as pazes entre filhos e pais. Se isto não acontecer, então eu virei e destruirei a terra por completo”.

https://www.wgospel.com/a-ultima-profecia-do-velho-testamento/



ENCONTRO COM AS PROFECIAS

Estamos chegando ao final das profecias de Malaquias e do Velho Testamento. Vamos para o capítulo quatro?

A maioria das edições do Antigo Testamento hebraico e a maioria dos manuscritos do texto original incorporam os seis versículos do capítulo quatro como continuação do terceiro. Todas as versões têm a divisão conforme se encontra em nossas traduções.

Deveríamos considerar esse capítulo quatro com muita solenidade, pois depois disso se passarão cerca de 400 anos até a vinda de João Batista. Foram quatro séculos onde o céu permaneceu em silencio sem nenhuma palavra profética. Quando João chegou, chamou Israel ao arrependimento como preparativo para a chegada do Messias.

Malaquias, no capítulo 4, fala do Dia do Senhor que vem com força, poder e fogo. A linguagem breve e abrupta revela a realidade pavorosa da predição. Visto que o juízo de Deus muitas vezes é comparado ao fogo, diz-se que o dia arde como fornalha. Diante do fogo do juízo de Deus, os perversos serão como restolho a ser queimado, sem deixar raiz nem ramo. A intensidade do calor põe às claras a grandeza da ira de Deus. Alguns textos bíblicos que destacam esse juízo com fogo: Isaías 10:16; 30:27; Jeremias 21:14; Ezequiel 20:45 a 48; Amós 1:4 e Sofonias 1:18 e 3:8.

Observe o fim dos soberbos. Desaparecerão, diz Malaquias. Raiz e ramo, como as duas extremidades da árvore que representam o todo, é uma expressão proverbial que indica a totalidade. Tudo será destruído por completo. Tudo quanto serve de escândalo será extirpado do reino (Mateus 13:41 e 42).

Nos versículos 2 e 3 temos as conseqüências daquele dia para os justos. Nada na Bíblia mostra com maior clareza as sortes tão diferentes do crente e do incrédulo quando o Senhor vier para julgar a terra.

“Nascerá o Sol da justiça”. Esta é a promessa para os fiéis. Para eles não haverá o calor escaldante da fornalha, mas o suave calor brando do sol da justiça trazendo cura nas suas asas. Aquele que é como um forno para os ímpios e como o sol para justos.

Cremos que o Sol é usado aqui como figura do próprio Deus, e especificamente do Senhor Jesus Cristo. Ele é chamado na Bíblia de Sol da justiça, porque Ele é o Senhor Justiça nossa (Jeremias 23:5-6; I Coríntios 1:30).

Há cura espiritual nesse sol, pois do mesmo modo como o Sol físico dá luz e calor para o crescimento da vida vegetal e animal, assim também o Sol da justiça curará as feridas infligidas aos justos e por eles suportadas.

Os raios do sol são aqui considerados como asas por causa da velocidade com a qual se espalham sobre a terra. A esperança de Israel é o Sol da justiça; a esperança da Igreja é a Estrela da Manhã (II Pedro 1:19; Apocalipse 22:16).

Os três últimos versos do capítulo 4 de Malaquias terminam mencionando Moisés e Elias. Uma vez que não devia aparecer nenhum profeta, desde o tempo de Malaquias até à vinda do precursor do Messias, era de todo necessário que eles dessem ouvidos à lei mosaica. Moisés deu a Lei, porém ela não provinha dele, pois nesse ponto, como em todo o seu ministério, ele era servo do Senhor. E a lei era e é de Deus.

No versículo cinco temos o terceiro grande “Eis” na última parte da profecia de Malaquias (3:1 e 4:1). Está falando da vinda de Elias. Profecia que foi cumprida por João Batista, que veio no espírito e no poder de Elias (Mateus 11:14 e Lucas 1:17). João não era Elias. Nem a encarnação de Elias. Mas cumpriu a profecia com a mensagem de reforma, arrependimento e proclamação da chegada do Messias.

Perceba que a última palavra do livro de Malaquias e do Velho Testamento é “maldição” ao passo que a primeira palavra do Messias proferida no monte foi bem-aventurados (Matesu 5:3) e a última palavra do Novo Testamento é graça (Apocalipse 22:21).

Uma outra curiosidade: os judeus repetem o verso 5 depois do 6, porque Malaquias termina com o pronunciamento de uma maldição. Em quatro livros do Antigo Testamento os eruditos judaicos indicaram que o último versículo, exceto um, devia ser repetido na leitura. São eles Isaías, os Doze (os profetas menores encerrando com Malaquias), Lamentações e Eclesiastes. Compare seus últimos versículos.

Amigo ouvinte, o livro de Gênesis mostra como a maldição entrou na raça humana, e Malaquias diz que a maldição ainda ameaça. O livro de Mateus começa com o filho de Davi, o Filho de Abraão, que veio para se fazer maldição por nós e ser declarado maldição na Palavra de Deus para que pudéssemos ter bênção, alegria e vida eterna mediante a fé em Seu nome. Somente por intermédio do Messias, Jesus, o Senhor, pode Israel e qualquer um de nós, escapar da terrível maldição.

Creia no Senhor Deus e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará.

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