sábado, 11 de outubro de 2025

PORTAL - GNA - UFOLOGIA - O APOCALIPSE DE ESTEVÃO - MARATONA APOCALIPSE - UFOLOGIA ESPIRITUAL CÓSMICA - GRUPO DE NATUREZA ALIENÍGENA - GNA

 


APOCALIPSE DE ESTEVÃO

Documento: pdf (131 páginas) 1.0 MB
Publicado em: 2018-04-12

Apocalipse - Estevao

ROBSON  PINHEIRO  PELO ESPÍRITO  ESTÊVÃO 2 – Robson 
Pinheiro (pelo Espírito Estêvão)  APOCALIPSE  Uma Interpretação Espírita das Profecias  
Robson Pinheiro  Por orientação do Espírito:  Estêvão   2010 – Brasil  www.luzespirita.org.br
 3 – APOCALIPSE  APOCALIPSE  Uma Interpretação Espírita das Profecias  Robson Pinheiro  Pelo Espírito Estêvão 4 – Robson Pinheiro (pelo Espírito Estêvão)  Sumário  Estêvão, o autor 
espiritual – Por Robson Pinheiro – pág. 7  Prefácio – Pelo espírito Estêvão – pág. 9  Parte I – Abrindo o livro  Um pouco de hermenêutica bíblica: o Apocalipse de João  INTRODUÇÃO – Pelo espírito 
Estêvão – pág. 11  Os acontecimentos — a época  Ocasião e objetivo  Conteúdo  Forma 
literária  Método de comunicação  Cristo revelado  Os espíritos agem no Apocalipse 
 CAPÍTULO l – A Revelação [Apocalipse 1] – pág. 17  CAPÍTULO 2 – As sete igrejas e os 
sete castiçais [Apocalipse 2­3] – pág. 20  A primeira igreja: Éfeso  A segunda igreja: 
Esmirna  A terceira igreja: Pérgamo  A quarta igreja: Tiatira  A quinta igreja: Sardes  A sexta
 igreja: Filadélfia  A sétima igreja: Laodiceia  Parte II – O livro selado  CAPÍTULO 3 – pág. 33
  A visão sideral [Apocalipse 4]  Os 24 anciãos  A ação sideral e o parto cósmico  Os quatro 
seres viventes  CAPÍTULO 4 – pág. 39  O livro dos destinos [Apocalipse 5] 5 – APOCALIPSE  
CAPÍTULO 5 – pág. 43  Os sete selos e os quatro cavaleiros [Apocalipse 6]  O primeiro selo: o cavalo 
branco  O segundo selo: o cavalo vermelho  O terceiro selo: o cavalo preto  O quarto selo: 
o cavalo amarelo  O quinto selo: os mártires  O sexto selo: sinais na terra e no céu  
CAPÍTULO 6 – pág. 57  Os quatro anjos e os 144 mil eleitos [Apocalipse 7]  
CAPÍTULO 7 – pág. 61  O sétimo selo e os sete anjos [Apocalipse 8­9]  O primeiro anjo  
O segundo anjo  O terceiro anjo  O quarto anjo  O quinto anjo  O sexto anjo  O sétimo 
anjo [Apocalipse 10]  Parte III – O livro aberto  CAPÍTULO 8 – pág. 71  Tempos proféticos
 [Apocalipse 10]  CAPÍTULO 9 – pág. 73  A mulher e o dragão [Apocalipse 12­13]  Os 
quatro animais de Daniel  O quarto animal e o dragão  O fim dos l.260 anos  CAPÍTULO 
10 – pág. 81  A grande prostituta [Apocalipse 17]  CAPÍTULO 11 – pág. 85  As duas t
Testemunhas [Apocalipse 11]  A sétima trombeta  CAPÍTULO 12 – pág. 89  As três mensagens: justiça, amor e verdade [Apocalipse 14]  CAPÍTULO 13 – pág.92  A besta e o falso profeta [Apocalipse13; 19]  CAPÍTULO 14 – pág. 96  As sete pragas e as sete taças da ira [Apocalipse 15­16] 6 – Robson Pinheiro (pelo Espírito 
Estêvão)  A primeira taça  A segunda taça  A terceira taça  A quarta taça  A quinta taça 
 A sexta taça  A sétima taça  CAPÍTULO 15 – pág. 105  A queda de Babilônia [Apocalipse 
18­19]  CAPÍTULO 16 – pág. 109  Satanás, a lendária figura do mal [Apocalipse 20]  O juízo
 final  Parte IV – O livro do amanhã  CAPÍTULO 17 – pág. 112  A nova Jerusalém 
[Apocalipse 21­22]  Um mundo melhor  EPÍLOGO: – pág. 115  Filhos da Terra  Parte V – 
O livro em debate  Estêvão responde – pág. 118  Editar ou não editar? Eis a questão – 
Por Leonardo Möller, editor – pág. 124  Sagrado e profano  Kardec "editor"  Um novo 
dilema 7 – APOCALIPSE  Estêvão,  o Autor Espiritual  Por Robson Pinheiro  Estêvão é o pseudônimo escolhido pelo autor espiritual em homenagem  ao mártir cristão apedrejado no início de nossa era. Este espírito apresenta‐se à  nossa  
visão  espiritual  envolvido  em  suave  luz  de  tonalidade  lilás  com  reflexos  dourados. 
Mostra‐se vestido de maneira simples, com os cabelos brancos, mais ou  menos longos. 
Sua aparência lembra‐nos a de um soldado judeu, embainhando sua  espada como símbolo da verdade e da justiça.  Teve  uma  de  suas  encarnações  na  Judeia,  por  volta 
 do  ano  5  a.C.,  e  participou  mais  tarde  do  exército  de  defensores  de  sua  pátria, 
 até  que  teve  a  oportunidade de se converter à mensagem cristã, quando ouviu uma 
pregação de  Estêvão,  antes  de  ele  ser  apedrejado.  Dedicou‐se,  a  partir  daí,  ao 
 estudo  e  à  pregação do Evangelho, transferindo‐se mais tarde para a Grécia, onde
 aperfeiçoou  seu conhecimento. Nessa ocasião, adota o pseudônimo Estêvão, em 
homenagem  ao mártir cristão. Desencarnou naquela época com a idade de 55 anos, na
 cidade  de Corinto. Reencarnou mais tarde, por volta do ano 170 d.C., em Roma, onde 
desde  cedo se identificou com os propósitos renovadores do Evangelho, fazendo diversas 
 viagens para  o  oriente,  ampliando  ainda  mais  sua  cultura  espiritual.  Retornou a  
Roma  e  participou  de  muitos  movimentos  da  Igreja,  sendo  considerado  um  profundo 
conhecedor das letras evangélicas.  Após  o  desencarne,  participou  das  equipes  
espirituais  que  inspiraram  diversos movimentos de reforma no seio da Igreja. Tivemos 
notícia de que também  reencarnou anos mais tarde num dos países da América 
pré‐colombiana, em tarefa  de esclarecimento de alguns dos povos incas ou astecas. 8 – 
Robson Pinheiro (pelo Espírito Estêvão)  Este  amigo  espiritual  demonstra  grande 
 experiência  com  as  questões  relativas  ao Evangelho  e  à  Doutrina  Espírita,  sendo 
 que  uma  de  suas  exigências  para o trabalho mediúnico é a fidelidade e lealdade aos princípios codificados por  Allan  
Kardec  e  aos  ensinamentos  de  Jesus.  Tem  demonstrado  caráter  firme  e  correto  e,  
juntamente  com  outros  amigos  espirituais,  nos  orienta  nos  trabalhos  mediúnicos. 9 – 
APOCALIPSE  Prefácio  Pelo Espírito Estêvão  Meus  filhos,  abençoe‐nos  o  Senhor!  
Eis  aqui  alguns  comentários  despretensiosos  sobre  os  capítulos  considerados  mais 
 importantes  do  livro  Apocalipse. Não temos, nestas humildes palavras, a pretensão de 
esgotar o assunto  e nem mesmo de deter a verdade absoluta dos fatos, urna vez que 
somente Deus  pode conhecê‐la.  No entanto,  convidado  a  falar  a  respeito  dos  temas 
 aqui tratados  e em  vista  de  certos  comentários  espetaculosos  disseminados  em  
vosso  mundo  a  respeito  de  assunto  tão  importante,  resolvi  fazer  alguns  ligeiros  
apontamentos,  seguindo  um  roteiro  estabelecido,  do  lado  de  cá  da  vida,  por  
aqueles  irmãos  maiores que nos dirigem os passos.  Adotei o critério de analisar todas as profecias e os fatos históricos que  lhes deram cumprimento, com o objetivo de mostrar a ascendência de Jesus sobre  todos
  os  acontecimentos  a  que  se  refere  a  história  das  civilizações  planetárias.  Mesmo que alguns fatos pareçam demasiado graves ou espetaculares, pela firmeza  da 
linguagem empregada, não se pode disfarçar aquilo que a história sobejamente  comprova, embora possam esses relatos ferir certas suscetibilidades.  Enfim, nosso compromisso é com a verdade e a divulgação da mensagem  espírita. Eis, pois, a nossa humilde contribuição para os estudos de meus irmãos,  enquanto rogamos ao Mestre que nos abençoe os propósitos de aprendizado em  sua 
seara. 10 – Robson Pinheiro (pelo Espírito Estêvão)  PARTE I  ABRINDO O LIVRO  UM POUCO DE HERMENÊUTICA BÍBLICA: O APOCALIPSE DE JOÃO 11 – APOCALIPSE
  Introdução  Pelo Espírito Estêvão  O  médium  João  Evangelista,  sob  a  orientação  do 
 Alto,  deixa  registrada  para a posteridade uma carta, em forma de revelação profética.  Ele se refere a si mesmo quatro vezes como sendo João (Apocalipse :1,4,9;  22:8) 1  . Analisando seus comentários no Apocalipse, chega‐se à conclusão de que o  apóstolo era tão bem conhecido por seus leitores e sua autoridade espiritual era  tão  
amplamente  reconhecida  que  não  precisou  estabelecer  suas  credenciais  apostólicas. 
 Os acontecimentos da época  1  As citações bíblicas obedecem à normalização consagrada nas traduções disponíveis. 
Como esse  padrão geralmente não é adotado no meio espírita, vale fazer alguns 
esclarecimentos.  Primeiramente, as abreviações dos livros bíblicos são convencionais e 
encontram‐se no  início  de  qualquer  bíblia.  Em  segundo  lugar,  quanto  aos  símbolos  
utilizados  para  citar  trechos  específicos,  optamos  pelos  dois  pontos  para  separar  
capítulos  de  versículos  (edições  católicas  preferem a vírgula); hífen para intervalos, vírgulas para separar versículos não consecutivos num  mesmo capítulo e, finalmente, ponto‐e‐vírgula para separar citações de capítulos distintos.  Portanto, a citação Apocalipse 4:2‐5:14; 22:3;1Co 5:2 considera o Apocalipse de João, do  trecho que se inicia no capítulo 4, versículo 2, e vai até o capítulo 5, versículo 14, e inclui o
 terceiro  versículo do capítulo 22 do mesmo livro; além disso, refere‐se também a um versículo da
 Primeira  Epístola aos Coríntios, especificamente o segundo do capítulo 5.  Quanto  aos  
versículos,  são  abreviados  como  vv.  em  trechos  que  citam  repetidamente  partes de um mesmo 
capítulo.  Todas as citações bíblicas foram extraídas da BÍBLIA de referência Thompson. Tradução  de João Ferreira de Almeida — Edição contemporânea. São Paulo: Vida, 1998, 8ª 
impressão. 12 – Robson Pinheiro (pelo Espírito Estêvão)  Evidências encontradas no próprio texto indicam que foi escrito durante  período de extrema perseguição aos cristãos.  Provavelmente  2  ,  no  período  
compreendido  entre  o  reinado  de  Nero,  quando  do  grande  fogo  que  quase  
destruiu  Roma,  em  julho  de  64  d.C.,  e  a  destruição  de  Jerusalém,  em  setembro  
de  70  d.C.  O  livro  é  uma  profecia,  uma  revelação autêntica sobre o futuro próximo e os tempos do fim — a perseguição  dos cristãos, que se tornou bem mais intensa e severa nos anos seguintes — , tanto  
quanto sobre a esperança de dias melhores para a humanidade.  Ocasião e objetivo  
Sob  a  inspiração  dos  Espíritos  e  utilizando‐se  das  mensagens  do  Antigo  Testamento, 
 João  sem  dúvida  vinha  refletindo  sobre  os  acontecimentos  que  ocorriam  em Roma  e em  Jerusalém,  
quando  recebeu  a revelação  do  que  estava  para  acontecer,  isto é,  a  intensificação
 do conflito espiritual  que  confrontaria  as  comunidades  religiosas  —  igrejas 
 (Apocalipse  1‐3)  —,  perpetrada  pelo  Estado  anticristão e por numerosas ...

ApocalipseEstevao


Na hora de reeditar este livro de Robson Pinheiro pelo Espírito Estêvão, surgiu um dilema. Apocalipse: uma interpretação espírita das profecias estava.
131 páginas
"O Apocalipse de Estevão" pode se referir a duas coisas distintas: um dos Apócrifos do Novo Testamento e um livro espírita de Robson PinheiroO texto apócrifo descreve visões e profecias atribuídas a Estêvão, enquanto a obra espírita oferece uma interpretação diferente do livro bíblico do Apocalipse através do espírito de Estêvão. 
Apócrifo do Novo Testamento
  • É um texto pseudepigráfico, ou seja, um escrito que se atribui falsamente a uma figura bíblica importante. 
  • Descreve, de forma diferente da Bíblia, eventos como o martírio de Estêvão, sua conversão de Paulo, e outras visões. 
  • Por não ser considerado canônico, não faz parte do conjunto de livros aceitos da Bíblia pela maioria das igrejas cristãs. 
Livro de interpretação espírita
  • O livro "Apocalipse: uma Interpretação Espírita das Profecias" (também chamado "Apocalipse de Estêvão") é de autoria do espírito Estêvão, psicografado pelo médium Robson Pinheiro.
  • A obra interpreta as profecias do Apocalipse bíblico sob a perspectiva espírita, focando em renovação e não em destruição.
  • O texto busca trazer uma visão "mais profunda e menos punitiva", explorando a relação entre eventos históricos e o simbolismo profético. 

Apocalipse de Estêvão

Apocalipse de Estêvão é um dos Apócrifos do Novo Testamento. O Estêvão em questão é um dos sete diáconos entre os Setenta Apóstolos.

O texto

O texto descreve um conflito bem no início do Cristianismo sobre a natureza de Jesus de Nazaré. Estêvão aparece e reconta o Apocalipse de João como sendo uma verdade literal, o que a multidão declara como sendo blasfêmia, e Caifás acaba prendendo-o e castigando-o.

O texto também mostra Estêvão frente à Pilatos, a quem ele manda calar-se, e o ordena que reconheça Jesus. A história se passa antes da conversão de Paulo e, assim, continua descrevendo como ele persegue Estêvão e acaba crucificando-o. Porém, um anjo resgata Estêvão e, por isso, Saulo / Paulo tiveram chumbo derretido vertido em suas bocas e ouvidos, além de estacas fincadas em seus corações e pés. E um anjo novamente os salvou.

No dia seguinte, o texto afirma que Estêvão foi levado para ser julgado perante a multidão, mas, ao invés disso, Estêvão reconta uma suposta profecia feita por Natã sobre a vinda de Jesus, o que aborrece os guardas até o ponto de eles o prenderem e o levarem até o chefe da guarda. O Sinédrio decide que Estêvão deve ser apedrejado, mas Nicodemos e Gamaliel (o estudioso judeu) tentam defendê-lo com seus corpos e acabam morrendo na tentativa.

Após dez horas, Estêvão eventualmente morre e é sepultado num caixão de prata por Pilatos, contra os desejos dele. Um anjo então movimenta o corpo para onde Estêvão deseja ser sepultado, chocando Pilatos pela perda dos corpos, Ele então recebe uma visão de Estêvão e se converte. Da mesma forma, a memória de Estêvão é acreditada como sendo o motivo da conversão de Paulo.

Muitos estudiosos acreditam que Pilatos foi uma adição posterior ao texto, dado que o envolvimento dele na história parece um pouco desastrado, e o texto parece ser primordialmente uma tentativa de explicar a conversão de Paulo e sua vilania anterior. O texto também deixa claro o papel de Estêvão como sendo o primeiro mártir cristão.


Nenhum comentário:

Postar um comentário