
ROBSON PINHEIRO PELO ESPÍRITO ESTÊVÃO 2 – Robson Pinheiro (pelo Espírito Estêvão) APOCALIPSE Uma Interpretação Espírita das Profecias
Robson Pinheiro Por orientação do Espírito: Estêvão 2010 – Brasil www.luzespirita.org.br
3 – APOCALIPSE APOCALIPSE Uma Interpretação Espírita das Profecias Robson Pinheiro Pelo Espírito Estêvão 4 – Robson Pinheiro (pelo Espírito Estêvão) Sumário Estêvão, o autor
espiritual – Por Robson Pinheiro – pág. 7 Prefácio – Pelo espírito Estêvão – pág. 9 Parte I – Abrindo o livro Um pouco de hermenêutica bíblica: o Apocalipse de João INTRODUÇÃO – Pelo espírito
Estêvão – pág. 11 Os acontecimentos — a época Ocasião e objetivo Conteúdo Forma
literária Método de comunicação Cristo revelado Os espíritos agem no Apocalipse
CAPÍTULO l – A Revelação [Apocalipse 1] – pág. 17 CAPÍTULO 2 – As sete igrejas e os
sete castiçais [Apocalipse 23] – pág. 20 A primeira igreja: Éfeso A segunda igreja:
Esmirna A terceira igreja: Pérgamo A quarta igreja: Tiatira A quinta igreja: Sardes A sexta
igreja: Filadélfia A sétima igreja: Laodiceia Parte II – O livro selado CAPÍTULO 3 – pág. 33
A visão sideral [Apocalipse 4] Os 24 anciãos A ação sideral e o parto cósmico Os quatro
seres viventes CAPÍTULO 4 – pág. 39 O livro dos destinos [Apocalipse 5] 5 – APOCALIPSE
CAPÍTULO 5 – pág. 43 Os sete selos e os quatro cavaleiros [Apocalipse 6] O primeiro selo: o cavalo
branco O segundo selo: o cavalo vermelho O terceiro selo: o cavalo preto O quarto selo:
o cavalo amarelo O quinto selo: os mártires O sexto selo: sinais na terra e no céu
CAPÍTULO 6 – pág. 57 Os quatro anjos e os 144 mil eleitos [Apocalipse 7]
CAPÍTULO 7 – pág. 61 O sétimo selo e os sete anjos [Apocalipse 89] O primeiro anjo
O segundo anjo O terceiro anjo O quarto anjo O quinto anjo O sexto anjo O sétimo
anjo [Apocalipse 10] Parte III – O livro aberto CAPÍTULO 8 – pág. 71 Tempos proféticos
[Apocalipse 10] CAPÍTULO 9 – pág. 73 A mulher e o dragão [Apocalipse 1213] Os
quatro animais de Daniel O quarto animal e o dragão O fim dos l.260 anos CAPÍTULO
10 – pág. 81 A grande prostituta [Apocalipse 17] CAPÍTULO 11 – pág. 85 As duas t
Testemunhas [Apocalipse 11] A sétima trombeta CAPÍTULO 12 – pág. 89 As três mensagens: justiça, amor e verdade [Apocalipse 14] CAPÍTULO 13 – pág.92 A besta e o falso profeta [Apocalipse13; 19] CAPÍTULO 14 – pág. 96 As sete pragas e as sete taças da ira [Apocalipse 1516] 6 – Robson Pinheiro (pelo Espírito
Estêvão) A primeira taça A segunda taça A terceira taça A quarta taça A quinta taça
A sexta taça A sétima taça CAPÍTULO 15 – pág. 105 A queda de Babilônia [Apocalipse
1819] CAPÍTULO 16 – pág. 109 Satanás, a lendária figura do mal [Apocalipse 20] O juízo
final Parte IV – O livro do amanhã CAPÍTULO 17 – pág. 112 A nova Jerusalém
[Apocalipse 2122] Um mundo melhor EPÍLOGO: – pág. 115 Filhos da Terra Parte V –
O livro em debate Estêvão responde – pág. 118 Editar ou não editar? Eis a questão –
Por Leonardo Möller, editor – pág. 124 Sagrado e profano Kardec "editor" Um novo
dilema 7 – APOCALIPSE Estêvão, o Autor Espiritual Por Robson Pinheiro Estêvão é o pseudônimo escolhido pelo autor espiritual em homenagem ao mártir cristão apedrejado no início de nossa era. Este espírito apresenta‐se à nossa
visão espiritual envolvido em suave luz de tonalidade lilás com reflexos dourados.
Mostra‐se vestido de maneira simples, com os cabelos brancos, mais ou menos longos.
Sua aparência lembra‐nos a de um soldado judeu, embainhando sua espada como símbolo da verdade e da justiça. Teve uma de suas encarnações na Judeia, por volta
do ano 5 a.C., e participou mais tarde do exército de defensores de sua pátria,
até que teve a oportunidade de se converter à mensagem cristã, quando ouviu uma
pregação de Estêvão, antes de ele ser apedrejado. Dedicou‐se, a partir daí, ao
estudo e à pregação do Evangelho, transferindo‐se mais tarde para a Grécia, onde
aperfeiçoou seu conhecimento. Nessa ocasião, adota o pseudônimo Estêvão, em
homenagem ao mártir cristão. Desencarnou naquela época com a idade de 55 anos, na
cidade de Corinto. Reencarnou mais tarde, por volta do ano 170 d.C., em Roma, onde
desde cedo se identificou com os propósitos renovadores do Evangelho, fazendo diversas
viagens para o oriente, ampliando ainda mais sua cultura espiritual. Retornou a
Roma e participou de muitos movimentos da Igreja, sendo considerado um profundo
conhecedor das letras evangélicas. Após o desencarne, participou das equipes
espirituais que inspiraram diversos movimentos de reforma no seio da Igreja. Tivemos
notícia de que também reencarnou anos mais tarde num dos países da América
pré‐colombiana, em tarefa de esclarecimento de alguns dos povos incas ou astecas. 8 –
Robson Pinheiro (pelo Espírito Estêvão) Este amigo espiritual demonstra grande
experiência com as questões relativas ao Evangelho e à Doutrina Espírita, sendo
que uma de suas exigências para o trabalho mediúnico é a fidelidade e lealdade aos princípios codificados por Allan
Kardec e aos ensinamentos de Jesus. Tem demonstrado caráter firme e correto e,
juntamente com outros amigos espirituais, nos orienta nos trabalhos mediúnicos. 9 –
APOCALIPSE Prefácio Pelo Espírito Estêvão Meus filhos, abençoe‐nos o Senhor!
Eis aqui alguns comentários despretensiosos sobre os capítulos considerados mais
importantes do livro Apocalipse. Não temos, nestas humildes palavras, a pretensão de
esgotar o assunto e nem mesmo de deter a verdade absoluta dos fatos, urna vez que
somente Deus pode conhecê‐la. No entanto, convidado a falar a respeito dos temas
aqui tratados e em vista de certos comentários espetaculosos disseminados em
vosso mundo a respeito de assunto tão importante, resolvi fazer alguns ligeiros
apontamentos, seguindo um roteiro estabelecido, do lado de cá da vida, por
aqueles irmãos maiores que nos dirigem os passos. Adotei o critério de analisar todas as profecias e os fatos históricos que lhes deram cumprimento, com o objetivo de mostrar a ascendência de Jesus sobre todos
os acontecimentos a que se refere a história das civilizações planetárias. Mesmo que alguns fatos pareçam demasiado graves ou espetaculares, pela firmeza da
linguagem empregada, não se pode disfarçar aquilo que a história sobejamente comprova, embora possam esses relatos ferir certas suscetibilidades. Enfim, nosso compromisso é com a verdade e a divulgação da mensagem espírita. Eis, pois, a nossa humilde contribuição para os estudos de meus irmãos, enquanto rogamos ao Mestre que nos abençoe os propósitos de aprendizado em sua
seara. 10 – Robson Pinheiro (pelo Espírito Estêvão) PARTE I ABRINDO O LIVRO UM POUCO DE HERMENÊUTICA BÍBLICA: O APOCALIPSE DE JOÃO 11 – APOCALIPSE
Introdução Pelo Espírito Estêvão O médium João Evangelista, sob a orientação do
Alto, deixa registrada para a posteridade uma carta, em forma de revelação profética. Ele se refere a si mesmo quatro vezes como sendo João (Apocalipse :1,4,9; 22:8) 1 . Analisando seus comentários no Apocalipse, chega‐se à conclusão de que o apóstolo era tão bem conhecido por seus leitores e sua autoridade espiritual era tão
amplamente reconhecida que não precisou estabelecer suas credenciais apostólicas.
Os acontecimentos da época 1 As citações bíblicas obedecem à normalização consagrada nas traduções disponíveis.
Como esse padrão geralmente não é adotado no meio espírita, vale fazer alguns
esclarecimentos. Primeiramente, as abreviações dos livros bíblicos são convencionais e
encontram‐se no início de qualquer bíblia. Em segundo lugar, quanto aos símbolos
utilizados para citar trechos específicos, optamos pelos dois pontos para separar
capítulos de versículos (edições católicas preferem a vírgula); hífen para intervalos, vírgulas para separar versículos não consecutivos num mesmo capítulo e, finalmente, ponto‐e‐vírgula para separar citações de capítulos distintos. Portanto, a citação Apocalipse 4:2‐5:14; 22:3;1Co 5:2 considera o Apocalipse de João, do trecho que se inicia no capítulo 4, versículo 2, e vai até o capítulo 5, versículo 14, e inclui o
terceiro versículo do capítulo 22 do mesmo livro; além disso, refere‐se também a um versículo da
Primeira Epístola aos Coríntios, especificamente o segundo do capítulo 5. Quanto aos
versículos, são abreviados como vv. em trechos que citam repetidamente partes de um mesmo
capítulo. Todas as citações bíblicas foram extraídas da BÍBLIA de referência Thompson. Tradução de João Ferreira de Almeida — Edição contemporânea. São Paulo: Vida, 1998, 8ª
impressão. 12 – Robson Pinheiro (pelo Espírito Estêvão) Evidências encontradas no próprio texto indicam que foi escrito durante período de extrema perseguição aos cristãos. Provavelmente 2 , no período
compreendido entre o reinado de Nero, quando do grande fogo que quase
destruiu Roma, em julho de 64 d.C., e a destruição de Jerusalém, em setembro
de 70 d.C. O livro é uma profecia, uma revelação autêntica sobre o futuro próximo e os tempos do fim — a perseguição dos cristãos, que se tornou bem mais intensa e severa nos anos seguintes — , tanto
quanto sobre a esperança de dias melhores para a humanidade. Ocasião e objetivo
Sob a inspiração dos Espíritos e utilizando‐se das mensagens do Antigo Testamento,
João sem dúvida vinha refletindo sobre os acontecimentos que ocorriam em Roma e em Jerusalém,
quando recebeu a revelação do que estava para acontecer, isto é, a intensificação
do conflito espiritual que confrontaria as comunidades religiosas — igrejas
(Apocalipse 1‐3) —, perpetrada pelo Estado anticristão e por numerosas ... ApocalipseEstevao
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