terça-feira, 14 de outubro de 2025

PORTAL - GNA - UFOLOGIA - APOCALIPSE DE SOFONIAS - MARATONA APOCALIPSE - 15 10 25 - UFOLOGIA ESPIRITUAL - GRUPO DE NATUREZA ALIENÍGENA - GNA






SOFONIAS

O livro de Sofonias recebe o seu nome do profeta cujo ministério ele registra. Sepanyâ significa "o Senhor esconde" ou "o Senhor tem escondido". O profeta.
8 páginas

Sofonias - https://doceru.com/doc/c110sx

Documento: pdf (12 páginas) 507.6 KB
Publicado em: 2019-05-28

36 - Sofonias











SOFONIAS SOFONIAS INTRODUÇÃO 1. Título - Como os 
escritos de outros Profetas Menores, o livro de Sofonias é simples- mente chamado pelo 
nome do autor. Sofonias, do heb. Tsefanyah, significa "Yahweh ocultou" ou "Yahweh 
entesourou". Outras pessoas do AT tiveram esse nome (ver 1Cr 6:36; Jr 21:1; Zc 6:10, 14). 
2. Autoria- Não se sabe nada sobre este profeta a não ser o que ele diz sobre si mesmo. 
Pelo que é dito em Sofonias 1:1, parece certo que vinha de uma família nobre. O fato de 
ele nomear sua ascendência até Ezequias pode ser considerado um indicativo de que a 
referência seja ao rei de Judá que teve esse nome e, assim, se subentende que ele 
pertencia à linhagem real (ver com. de Sf 1:1). 3. Contexto histórico- O profeta apresenta 
como período de sua profecia (Sf l:l) o reinado de Josias, rei de Judá (640-609 a.C.). Uma 
vez que Sofonias predisse a queda de Nínive (Sf 2:13), evento ocorrido em 612 a.C., é 
muito provável que ele tenha profetizado na parte inicial do reina- do de Josias. Talvez 
tenha sido contemporâneo de Habacuque (ver detalhes adicionais na p. 9, lO). 4. Tema- O 
livro de Sofonias, como o de Joel, se concentra no "Dia do SENHOR" (sobre esta 
expressão, ver com. deIs 2:12). O profeta revela não só o juízo que viria sobre Israel, mas
 também adverte sobre a punição que sobreviria a outras nações. Contudo, se Sofonias 
causa alarme por seus severos juízos, é somente para que o povo pudesse se arrepender
 e buscar "a justiça, [...] a mansidão" (Sf 2:3) e, assim, escapar da punição. 5. Esboço. I. 
Juízo sobre Judá por seus pecados, 1:1-18. A. O subtítulo, 1:1. B. A severidade e a 
extensão do juízo, 1:2-18. Il. Um apelo para se buscar ao Senhor enquanto há 
oportunidade, 2:1-3. III. Juízos sobre várias nações, 2:4-15. A. Sobre a Filístia, 2:4-7. 
B. Sobre Moabe e Amom, 2:8-11. C. Sobre a Etiópia, 2:12. D. Sobre a Assíria, 2:13-15. IV. 
Jerusalém é repreendida por seus pecados, 3:1-7. V. Juízo sobre todas as nações, 3:8. VI. 
Promessas de restauração, 3:9-20. CAPÍTULO 1 O severo juízo de Deus contra ]udá por 
diversos pecados. Palavra do SENHOR que veio a Sofonias, filho de Cusi, filho de 
Gedalias, filho de Amarias, filho de Ezequias, nos dias de Josias, filho de Amom, rei de 
Judá. 1169 1:1 COMENTÁRIO BÍBLICO ADVENTISTA 2 De fato, consumirei todas as 
coisas sobre a face da terra, diz o SENHOR. 3 Consumirei os homens e os animais, 
con- sumirei as aves do céu, e os peixes do mar, e as ofensas com os perversos; e 
exterminarei os ho- mens de sobre a face da terra, diz o SENHOR. 4 Estenderei a mão 
contra Judá e contra todos os habitantes de Jerusalém; exterminarei deste lugar o resto 
de Baal, o nome dos ministrantes dos ídolos e seus sacerdotes; 5 os que sobre os eirados
 adoram o exército do céu e os que adoram ao SENHOR e juram por Ele e também por
 Milcom; 6os que deixam de seguir ao SENHOR e os que não buscam o SENHOR, nem 
perguntam por Ele. 7 Cala-te diante do SENHOR Deus, porque o Dia do SENHOR está 
perto, pois o SENHOR prepa- rou o sacrifício e santificou os Seus convidados. 8 No dia do 
sacrifício do SENHOR, hei de cas- tigar os oficiais, e os filhos do rei, e todos os que trajam 
vestiduras estrangeiras. 9 Castigarei também, naquele dia, todos aqueles que sobem o
 pedestal dos ídolos e en- chem de violência e engano a casa dos seus senhores. lO 
Naquele dia, diz o SENHOR, far-se-á ouvir um grito desde a Porta do Peixe, e um uivo 
desde a Cidade Baixa, e grande lamento desde os outeiros. I. Palavra do SENHOR. A 
mensa- gem não era de Sofonias, m as de Deus (ver 2Sm 23:1, 2; 2Tm 3:16, 17; 2Pe 1:21). 
Ezequias. O fato de se nomearem os a ncestrais de Sofonias até a quarta gera- ção, ao 
passo que em geral só se menciona o nome do pai de um profeta, isso quando é 
mencionado um antepassado, confere peso ao ponto de vista de que esse "Ezequias" era
 alguém notável, muito provavelmente o rei de Judá que teve esse nome. Além disso, o 
intervalo entre esses dois personagens torna p ossível que Sofonias foss e um trineto 
do ~~- rei Ezequias. ll Uivai vós, moradores de Mactés, porque todo o povo de Canaã 
está arruinado, todos os que pesam prata são destruídos. 12 Naquele tempo, 
esquadrinharei a Jerusalém com lanternas e castigarei os homens que estão apegados à 
borra do vinho e dizem no seu coração: O SENHOR não faz bem, nem faz mal. l3 Por 
isso, serão saqueados os seus bens e assoladas as suas casas; e edificarão casas, mas
 não habitarão nelas, plantarão vinhas, porém não lhes beberão o vinho. 14 Está perto o 
grande Dia do SENHOR; está perto e muito se apressa. Atenção! O Dia do SENHOR é 
amargo, e nele clama até o homem poderoso. 15 Aquele dia é dia de indignação, dia de 
an- gústia e dia de alvoroço e desolação, dia de escuri- dade e negrume, dia de nuvens 
e densas trevas, 16 dia de trombeta e de rebate contra as ci- dades fortes e contra as
 torres altas. 17 Trarei angústia sobre os homens, e eles andarão como cegos, porque 
pecaram contra o SENHOR; e o sangue deles se derramará como pó, e a sua carne será 
atirada como esterco. 18 Nem a sua prata nem o seu ouro os pode- rão livrar no dia da i
ndignação do SEN HOR, mas, pelo fogo do Seu zelo, a terra será consumida, porque, 
certamente, fará destruição total e re- pentina de todos os moradores da terra. 2. Sobre a 
face da terra. Esta expres- são, especialmente qua ndo considerad a com a primeira 
parte do versículo, indica a severidade dos juízos então iminentes . O profeta se refere 
especialmente à terra de Judá, a cujos governantes e povo sua men- sagem de juízo 
originalmente se dirigia (ver Sf l:l, 4, 12; 2:1). 3. Os homens e os animais. A mal- dição 
resultante do pecado repousa não só sobre o ser humano, mas também sobre o restante 
da criação (Gn 3:17; Rm 8:19-22). Ofensas. Todos os ídolos, todas as m aquinações 
ímpias, os erros, os enganos 11 70 SOFONIAS 1:1 o e os "frutos" da iniquidade serão 
destruídos juntamente com os próprios pecadores (ver Jr 17: 10; Mt 7: 17-19; Rm 6:21). 
4. A mão. Esta é símbolo de poder, pois é o instrumento pelo qual a pessoa exerce poder
 (ver Js 4:24). O resto. Tudo o que resta de Baal. A LXX diz nesta frase: "Removerei os 
nomes de Baal" (ver com. de Os 2:17). Ministrantes dos ídolos. Oficiantes idólatras 
nomeados pelos reis de Judá para conduzir a adoração nos lugares altos (ver com. de Os 
10:5). 5. Eirados. Nos telhados planos, as famílias faziam altares para adorar os cor- 
pos celestes, ofereciam sacrifícios de animais e queimavam incenso (ver com. de Jr 19:13).
 Exército do céu. Desde os tempos anti- gos, o Sol, a Lua e as estrelas têm sido adorados 
como representantes dos poderes da natureza e principais ocasionadores dos eventos 
terres- tres (ver Jr 8:2; 19:13; ver com. de Dt 4:19). Manassés, rei de Judá, e provavelmente
 tio- bisavô de Sofonias (ver com. de Sf 1:1), promo- veu esse culto com insistência 
(ver 2Rs 21:3). Juram. A última metade do v. 5 se refere aos transigentes que combinavam 
a adora- ção ao Senhor com a adoração aos astros e a outros deuses. Milcom. O deus 
amonita mencionado em vários documentos antigos (ver com. de 1Rs 11:7). 6. Deixam 
de seguir. Aqui o profeta denuncia os apóstatas consumados, que rejeitaram a adoração 
ao Deus verdadeiro. Não buscam. A última metade do v. 6 se refere aos indiferentes ao 
Senhor e que não tinham interesse na religião. 7. Cala-te. O silêncio e a reverência são 
apropriados porque sobreviriam julgamentos terríveis a várias classes de pessoas 
(v. 7-13; ver H c 2:20). Dia do SENHOR. O profeta se refere à punição iminente que 
acompanharia a inva- são babilônica (ver com. deIs 13:6). Contudo, é preciso lembrar 
que as "profecias de juízo impendente sobre Judá [pronunciadas por Sofonias] se aplicam 
com igual força aos juí- zos a sobrevirem ao mundo impenitente por ocasião da segunda 
vinda de Cristo" (PR, 389; sobre os princípios ao se fazerem apli- cações para os últimos 
dias, ver p. 17-25). Sacrifício. Uma figura vívida que repre- senta a nação culpada de 
Judá como um ani- mal imolado (ver ls 34:6; Ez 39:17-20). Santificou os Seus convidados. 
Isto é, os babilônios são apresentados como se tives- sem sido separados, de acordo 
com o propó- sito de Deus, para executar a punição dos transgressores (ver com. de Is 
13:3). 8. Os oficiais. Isto é, os principais da nação. Os filhos do rei. Os membros da 
famí- lia real. É muito provável que o rei Josias não tenha sido mencionado aqui porque 
fora leal ao Senhor (ver 2Cr 34:1, 2, 26-28). Estrangeiras. Do heb. nahi. Talvez as vestes 
estrangeiras indicassem a presença de hábitos e costumes pagãos entre o povo 
(ver Is 3:16-24). Os filhos de Israel deviam ser lembrados, por meio de seu vestuário, de
 que eram um povo especial, dedicado ao ser- viço de Deus (ver Nm 15:37-41). 9. 
Sobem o pedestal dos ídolos. Lite- ralmente, "saltam por cima da soleira". 
O sig- nificado desta expressão não é claro. Talvez esteja sendo descrito um costume
 pagão (ver com. de 1Sm 5:5). Alguns acham que as palavras expressam a disposição 
com que os servos executam as ordens de seus ímpios senhores. Outros acham que a 
"soleira" seja a das casas dos pobres que estavam sendo roubados. Aqueles que, a 
mando de outros, praticam "violência e engano" para enrique- cer a seus senhores, 
sofreriam junto com eles na punição que estava para vir. Violência. Do heb. chamas 
(ver com. de H c 1:2). 10. Grito. Os babilônios são então retra- tados como se estivessem
 invadindo os luga- res onde ficavam os mercadores e os agiotas. ·•~ 1171 1: 11 
COMENTÁRIO BÍBLICO ADVENTISTA Porta do Peixe. Esta porta provavel- mente ficava
 na metade do muro norte da cidade. Tinha este nome porque havia ali perto um mercado
 de peixes onde os tírios vendiam essa mercadoria (ver com. de Ne 3:3). Cidade Baixa.
 Do heb. mishneh, "segundo"; o segundo distrito ou bairro (ver com. de 2Rs 22:14). 11. 
Mactés. Literalmente, "o pilão", "o moedor" ou "o [dente] molar". Muitos eru- ditos creem 
que maktesh é aqui o nome de um setor de Jerusalém. O contexto (ver v. lO) parece 
favorecer este ponto de vista. Pesam prata. Ou, "levantam prata". Isto s...

Sofonias

Apocalipse de Sofonias
Da Wikipédia, a enciclopédia livre

Apocalipse de Sofonias (ou Apocalipse de Sofonias ) é um texto pseudepigráfico atribuído ao profeta bíblico Sofonias . Ele descreve uma jornada sobrenatural realizada por Sofonias, onde um anjo revela segredos dos destinos das pessoas após sua morte, e é uma obra de literatura apocalíptica . Não é o mesmo que o Livro de Sofonias , uma obra canônica dos Doze Profetas Menores do judaísmo, também encontrada no Antigo Testamento cristão . Não se sabe ao certo se foi originalmente escrito por judeus, por cristãos ou se era uma obra originalmente judaica que mais tarde foi editada e adaptada por cristãos. Da mesma forma, a data da autoria é desconhecida; pode ter sido escrito em algum momento do século I ou II d.C., talvez em grego koiné no Egito romano . Grande parte da obra está perdida; apenas fragmentos sobreviveram até a era moderna. As passagens sobreviventes são uma possível citação curta de Clemente de Alexandria , um pequeno fragmento em copta saídico e um fragmento mais longo em copta akhmímico .

Data e origem

O Apocalipse de Sofonias se refere à história de Susana (parte das Adições Gregas a Daniel , que foram criadas por volta de 100 a.C.) e, portanto, deve ter sido escrito depois de 100 a.C. ( terminus post quem ). Clemente de Alexandria provavelmente se refere ao Apocalipse no livro 5 11:77 de seu Stromata ( c.  200–204 d.C. ); assumindo que ele está se referindo ao Apocalipse ali, então provavelmente foi escrito antes do último quarto do século II d.C. [ 1 ] Dentro desse intervalo, OS Wintermute sugere uma data mais específica de antes de 70 d.C., por causa de uma referência a uma tradição pró- edomita . [ 2 ]

O texto não contém nenhuma menção a costumes ou tradições judaicas, mas também não contém elementos cristãos distintivos. Algumas passagens lembram seções do Novo Testamento , mas não são claras o suficiente para se ter certeza. Como resultado, não se sabe se a obra era originalmente judaica, originalmente cristã ou se um cristão retrabalhou um texto judaico. [ 3 ] O Egito romano é considerado o local de origem mais provável, mas isso também não pode ser dito com certeza. Embora os manuscritos sobreviventes estejam na língua copta , especula-se que sejam traduções de um original grego koiné . [ 4 ]

Manuscritos

Como a obra não foi incluída nos cânones judaico ou cristão, tornou-se uma obra literária perdida , pois os escribas não a copiaram e recopiaram. A existência do Apocalipse de Sofonias era conhecida por textos antigos (por exemplo, a Esticometria de Nicéforo ), mas nenhum detalhe era conhecido. O mais próximo foi a citação de Clemente de Alexandria; embora ele não diga nada sobre o Apocalipse, ele acredita que Sofonias escreveu algo sobre anjos no quinto céu , que é uma história que não está no Livro canônico de Sofonias . Assim, algum outro trabalho perdido provavelmente estava envolvido, e anjos em camadas do céu se encaixam com o que se sabe do Apocalipse. [ 4 ]

Em 1881, dois manuscritos fragmentários, respectivamente escritos em dialetos coptas akhmimicos e saídicos , [ 5 ] e provavelmente vindos do Mosteiro Branco no Egito, foram comprados pela Bibliothèque Nationale de Paris (número de inventário Copte 135 [ 5 ] ) e publicados pela primeira vez por Uriel Bouriant em 1885. Esses fragmentos, juntamente com outros comprados posteriormente pelo Museu Staatliche de Berlim (número de inventário P 1862 [ 5 ] ), foram publicados em 1899 por Steindorff [ 6 ] que reconheceu neles fragmentos do Apocalipse de Sofonias , do Apocalipse de Elias e de outro texto que ele chamou de O Apocalipse Anônimo . Ambos os manuscritos foram criados por volta do século IV, com o pensamento de que o fragmento mais curto também poderia ser do início do século V. Emil Schürer em 1899 [ 7 ] mostrou que o Apocalipse Anônimo é provavelmente parte do Apocalipse de Sofonias, mas não há consenso unânime entre os estudiosos. [ 3 [ 8 ]

Contente

A narrativa conta que Sofonias foi levado para ver o destino das almas após a morte.

  • No curto fragmento saídico, uma alma retirada do corpo antes do arrependimento por sua transgressão é açoitada por cinco mil anjos. Mais tarde, Sofonias vê milhares de seres com características humanas (com cabelos e dentes), mas o texto é interrompido.
  • O texto akhmímico inclui algumas cenas fragmentárias:
    • Começa com uma breve cena fragmentada de um sepultamento e com uma visão dos habitantes de uma cidade onde não há escuridão, porque é o lugar dos justos e dos santos. Sofonias então vê todas as almas daqueles que estão sendo punidos e pede ao Senhor que tenha compaixão.
    • A visão principal se situa no Monte Seir : diante de portões de bronze, os anjos do Senhor registram todas as boas ações dos justos, e os anjos do Acusador (a palavra grega διάβολος significa caluniador ou acusador) registram todos os pecados dos homens, a fim de acusá-los quando suas almas deixarem o mundo. Sofonias vê miríades de anjos terríveis com rostos de leopardo, presas e flagelos de fogo, que lançam as almas dos homens ímpios ao castigo eterno. O vidente olha para trás e vê um mar de chamas e o Acusador, com cabelos desgrenhados de leoa, dentes de urso e corpo de serpente, desejando engoli-lo. Sofonias ora ao Senhor e o grande anjo Eremiel , "que está sobre o abismo", aparece e o salva. Dois pergaminhos são lidos para Sofonias, um com todos os seus pecados e outro com suas boas ações na terra. As boas ações prevalecem sobre os pecados, e o vidente recebe permissão para atravessar o rio e deixar o Hades . No barco, ele veste uma vestimenta angelical.
    • Os fragmentos akhmímicos terminam com algumas cenas introduzidas por trombetas tocadas por anjos. Apenas três dessas cenas sobreviveram. Na primeira trombeta, a vitória sobre o Acusador é proclamada, e Abraão , Isaque , Jacó , Enoque , Elias e Davi são apresentados. Na segunda trombeta, os céus são abertos e Sofonias vê as almas pecadoras (que recebem corpo e cabelo) atormentadas em um mar de chamas até o dia em que o Senhor julgará. Ele também vê uma multidão de santos orando em intercessão por aqueles que estão nesses tormentos. A última trombeta mencionada nos fragmentos prepara o anúncio de que o Senhor se levantará em sua ira para destruir a terra e os céus.

Teologia

O Apocalipse de Sofonias, de acordo com o Livro de Enoque , apresenta as almas como sobreviventes além da morte. Ele distingue claramente entre o julgamento pessoal que ocorre imediatamente após a morte e o julgamento final pelo Senhor. Após a morte, a alma é procurada pelos anjos caídos de Satanás e pelos anjos do Senhor. O julgamento é baseado apenas no equilíbrio entre boas ações e pecados durante toda a vida, indicando que o livro foi influenciado pelo farisaísmo . As almas entram na bem-aventurança ou no castigo imediatamente após o primeiro julgamento, enquanto aguardam a vinda do Senhor, mas a intercessão dos santos torna possível que, para alguns, o castigo não seja definitivo. Essa visão difere daquela de outros textos contemporâneos, como 2 Enoque .

Notas

  1.  Smith, Ian K. (2006). Perspectiva Celestial . p. 61. ISBN 0-567-03107-1.
  2.  Wintermute 1983 , pp. 500–501
  3.  Kuhn, KH (1984). "O Apocalipse de Sofonias e um Apocalipse Anônimo". EmSparks, HFD(org.).O Antigo Testamento Apócrifo. pp. 915–925.ISBN 0-19-826177-2.
  4.  Oegema, Gerbern S. (2010). "Apocalipse de Sofonias".Dicionário Eerdmans do Judaísmo Primitivo. Eerdmans.
  5.  Wintermute, OS (1983). "Apocalipse de Sofonias (Século I a.C. - Século I d.C.). Uma Nova Tradução e Introdução". EmCharlesworth, James H.(org.).Os Pseudepígrafos do Antigo Testamento. Vol. 1. Doubleday. p. 499.ISBN 0-385-09630-5.
  6.  G. Steindorff Die Apokalypse des Elias, eine unbekannte Apokalypse und Bruchstucke der Sophonias-Apokalypse Leipzig 1899
  7.  E. Schürer Die Apokalypse des Elias in Theologische Literaturzeitung , 1899, No.
  8.  
    • Paris, Bibliothèque Nationale Copte 135, Berlim, Staatliche Museum P. 1862
    • Paris, Biblioteca Nacional Copte 135
O "Apocalipse de Sofonias" é um texto judaico pseudepigráfico, não incluído na Bíblia canônica, que descreve uma jornada sobrenatural do profeta SofoniasNele, um anjo revela segredos sobre o destino das almas após a morte, incluindo cenas de julgamento e punição. O texto é uma obra de literatura apocalíptica que explora temas como a vida após a morte e o destino das almas. 
Principais características
  • Gênero literário: 
    É um texto apocalíptico, que descreve visões sobrenaturais e o destino do mundo e das almas. 
  • Autor atribuído: 
    A autoria é atribuída ao profeta bíblico Sofonias, embora seja um texto pseudepigráfico, o que significa que não foi escrito pelo profeta em si. 
  • Enredo: 
    Conta a história de Sofonias sendo guiado por um anjo para ver o que acontece com as almas após a morte. 
  • Temas: 
    Aborda o julgamento pessoal e final, a distinção entre boas ações e pecados e o destino das almas. 
  • Conteúdo: 
    Contém cenas de punição e celebração, com descrições de sofrimento e rituais fúnebres. 
  • Origens: 
    É preservado em manuscritos coptas fragmentários e é mencionado em listas antigas e medievais de apócrifos do Antigo Testamento. 
Relevância e relação com outros textos
  • O texto acrescenta profundidade ao gênero apocalíptico, com desafios em seu estudo, devido aos fragmentos e à incerteza de sua origem.
  • Apresenta paralelos com escrituras canônicas, como partes do Livro de Apocalipse e de Daniel.
  • Alguns estudiosos acreditam que ele pode ter influenciado o Apocalipse cristão de Paulo. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário