(LC 12,35-38)
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas
12,35-40
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:
Que vossos rins estejam cingidos e as lâmpadas acesas.
Sede como homens que estão esperando
seu senhor voltar de uma festa de casamento,
para lhe abrir, imediatamente, a porta,
logo que ele chegar e bater.
Felizes os empregados
que o senhor encontrar acordados quando chegar.
Em verdade eu vos digo:
Ele mesmo vai cingir-se, fazê-los sentar-se à mesa
e, passando, os servirá.
E caso ele chegue à meia-noite ou às três da madrugada,
felizes serão, se assim os encontrar!
Mas ficai certos: se o dono da casa
soubesse a hora em que o ladrão iria chegar,
não deixaria que arrombasse a sua casa.
Vós também, ficai preparados!
Porque o Filho do Homem vai chegar
na hora em que menos o esperardes".
- Primeira Leitura (Jó 19, 1. 23-27a): A profissão de fé de Jó na ressurreição e no encontro com Deus ("Eu sei que o meu redentor está vivo").
- Salmo Responsorial (Sl 22 / 23): O clássico "O Senhor é o pastor que me conduz".
- Segunda Leitura (1Cor 15, 20-24a. 25-28): São Paulo destaca que Cristo ressuscitou como primícias e que todos reviverão Nele.
- "Santos vivos" ou "Santas vivas": Às vezes, pessoas de uma virtude extraordinária — como a Madre Teresa de Calcutá — são chamadas popularmente ou na imprensa de "santas em vida". No entanto, isso é apenas uma expressão popular ou editorial de grande admiração pela conduta da pessoa, e não um título oficial da Igreja Católica. [1]
OBS: NEM TODOS QUE VIVEM OU JÁ VIVERAM NO MUNDO SE TORNARAM SANTO... APÓS OS DESENCARNES, O VATICANO DETERMINA-SE A HOMENAGEAR AQUELES QUE S DESTACAM EM NOME DA FÉ E DOS ENSINAMENTOS DE JESUS... GNA
- Comemoração dos Fiéis Defuntos: Não se trata de um santo específico, mas da lembrança e da oração por todos os batizados que já faleceram e que se encontram em estado de purificação (o Purgatório) antes de alcançarem a visão eterna de Deus. [1, 2, 3]
- Comunhão dos Santos: A data reforça a crença de que a Igreja é uma só, dividida entre a Igreja Militante (os que vivem na Terra), a Igreja Triunfante (os santos no Céu) e a Igreja Padecente (as almas que aguardam a plenitude celeste), unidas pela oração e pela caridade. [1]
- A tradição de rezar pelos falecidos vem dos primeiros séculos do cristianismo, quando os fiéis visitavam os túmulos dos mártires.
- A data fixa em 2 de novembro foi consolidada no final do século X (por volta de 998), quando o abade Santo Odilão de Cluny determinou que todos os mosteiros da sua ordem benedictina celebrassem uma prece solene pelos mortos no dia seguinte à Solenidade de Todos os Santos (1º de novembro).
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