terça-feira, 1 de setembro de 2026

 



























































































































































O Evangelho do dia 2 de outubro de 2026 é segundo Mateus, capítulo 18, versículos 1 a 5 e 10, celebrado na Memória dos Santos Anjos da Guarda. [1, 2]
O Texto do Evangelho (Mt 18, 1-5.10)
  • A pergunta dos discípulos: Os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram quem é o maior no Reino dos Céus. [1]
  • O exemplo da criança: Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles e disse que, para entrar no Reino dos Céus, é preciso converter-se e tornar-se como crianças. [1]
  • A verdadeira grandeza: Quem se faz pequeno como uma criança é o maior no Reino, e quem recebe uma criança em nome de Jesus, recebe a Ele mesmo. [1]
  • O alerta sobre os pequeninos: Jesus pede para não desprezar nenhum dos pequeninos, pois os anjos deles nos céus veem sem cessar a face do Pai. [1]
Reflexão do Dia
  • Humildade: Jesus ensina que a vaidade e a busca por poder não têm espaço no Reino de Deus.
  • Confiança em Deus: Ser como criança significa depender totalmente do Pai, com simplicidade e pureza no coração.
  • Proteção Divina: A festa dos Anjos da Guarda lembra que Deus envia mensageiros celestes para guiar e proteger cada pessoa ao longo da vida. [1, 2, 3]

Você pode acompanhar leituras e atualizações no Vatican News. [1]
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No dia 2 de outubro, a Igreja Católica celebra a memória dos Santos Anjos da Guarda. [1]

Sobre a Data

  • O que se celebra: A proteção celestial e invisível que Deus concede a cada pessoa desde a infância até a morte.
  • Origem: A festa litúrgica foi fixada no dia 2 de outubro em 1670 pelo Papa Clemente X.
  • Significado: Os anjos guardiões orientam os passos humanos rumo ao bem e intercedem junto a Deus pelas boas ações praticadas. Você pode ler mais reflexões sobre a data no Vatican News. [1, 2, 3, 4, 5]


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Os Extraterrestres, os Intraterrestres e o Planeta Terra

há 3 dias — As tragédias se multiplicam por todo o globo terrestre, encontrando as criaturas em desequilíbrio psíquico e físico. Digladiam-se os seres em ...
MENSAGENS SEMANAIS ; Servindo ao próximo sem distinção · Somente o tempo para sanar as dores · O Exército Negro andava pelas ruas · Viveis uma encarnação ímpar ...


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8:27

GNA: QUANDO O GRANDE ASTRO SE TORNAR REALIDADE EM NOSSO SPECTRO FISICO TRIDIMENSIONAL, O MUNDO SABERÁ QUE A ÉPOCA DOURADA CHEGOU. CAOS, MORTES E MUDANÇAS ACONTECERÁ NO MATERIAL MUNDO - NO ESPIRITUAL AO QUAL SOMOS E PERTENCEMOS. NAQUELES DIAS DO DILÚVIO UNIVERSAL, ELES JAMAIS ACREDITARAM ATÉ VIR O TERRÍVEL DIA PROFETIZADO PELO SENHOR DAS ESFERAS... É UMA QUESTÃO DE TER OLHOS PARA VER E OUVIDOS PARA ESCUTAREM. LEMBRENÇE, QUE DO DILÚVIO ATÉ O ANO SANTO TRIDIMENSIONAL SE DETERMINOU 6000 ANOS, E A ÚLTIMA GERAÇÃO A DO CRISTO DE 40 ANOS ATÉ 2040. 

É interessante observar a contagem do tempo na Bíblia.

De Adão até Abraão, podemos contar aproximadamente 2 mil anos. De Abraão até a morte de Jesus (com aproximadamente 33 anos de idade), mais 2 mil anos. De lá até aqui, aproximadamente mais 2 mil anos.

Muitos acreditam que isto não é uma coincidência. Na verdade, muitos estudiosos cristãos acreditam que estes períodos fazem parte da “semana milenar” da história da humanidade, tomando como base os textos de Salmos 90.4 e II Pedro 3.8, onde a bíblia diz que 1 dia é o mesmo que 1000 anos para o Senhor e vice-versa.

Sendo assim, esses 6 mil anos decorridos até aqui, somados a um último Milênio, formariam esta semana milenar. Comparando isto à semana da criação, onde Deus trabalhou 6 dias e descansou no sétimo, entende-se que, após estes 6 milênios, haverá um milênio de descanso, como de fato é profetizado sobre o Reino Milenar de Cristo (Apocalipse 20).

Coincidência ou não, até na cultura judaica existe uma crença de que a vinda do messias ao mundo deve acontecer 6 mil anos após a criação de Adão. E ainda, outras informações e passagens bíblicas deixam esta história mais intrigante.

Pode-se dizer, por exemplo, que os primeiros 2 mil anos foram a Era dos Gentios, já que ainda não havia o povo prometido. Sendo assim, os 2 mil anos entre Abraão e Jesus podem ser considerados como a Era dos Judeus. E estes últimos 2 mil anos depois de Cristo como a Era da Igreja. Esta divisão chama nossa atenção, já que cremos que as escrituras e as profecias tratam distintivamente sobre estes 3 povos (I Coríntios 10.32). Seria, então, o Reino Milenar, a Era de Cristo?

Outro ponto interessante: se considerarmos os 4 mil anos entre a criação e a morte de Jesus como quatro dias desta semana milenar, podemos encontrar elementos da primeira Páscoa, onde Deus instruiu o povo de Israel a separar um cordeiro sem defeito e o imolar apenas 4 dias depois disso (Ex 12). Sabemos que este cordeiro era, sem dúvida, uma sombra de Jesus, que celebrou a verdadeira Páscoa ao instituir a Santa Ceia. Porém, se levarmos em conta que em I Pedro 1.20 e Apocalipse 13.8 a bíblia diz que Jesus já havia sido preparado para isso antes da criação do mundo, mas só se manifestou 4 mil anos depois, toda esta história fica ainda mais interessante.

Ficou curioso? Ficará mais ainda ao lembrar que, na semana da criação, mesmo Deus havendo criado a luz antes de tudo, o sol só foi criado no quarto dia e, só depois disso, os seres viventes na Terra. Assim como o nosso Sol da Justiça veio ao mundo, depois de 4 milênios, para brilhar a Sua luz sobre nós e trazer de volta a vida (zoe) aos homens.

Outro texto intrigante é Oseias 5.14 a 6.3. Nele, o profeta fala de um tempo em que o Senhor viria como um leão, mas deixaria o povo de Israel despedaçado e voltaria ao Seu lugar (os céus) até que eles se arrependessem. Dois dias depois, Ele voltaria para os revigorar e eles viveriam diante d’Ele a partir do terceiro dia. O versículo 3 ainda confirma que o contexto aqui é a Vinda do Senhor. Ainda mais, em Tiago 5.7-8 o novo testamento parece fazer referência a este texto, falando sobre a segunda vinda de Jesus.

Pensando assim, ficaria mais fácil entender porque Pedro disse em Atos 2.17 que, desde aquela época, estamos vivendo “os últimos dias”. E não só ele, mas todos os escritores do Novo Testamento utilizam esta expressão em referência a estes tempos que estamos vivendo (1 Timóteo 4.1; II Timóteo 3.1; Hebreus 1.2; Tiago 5.3; 2 Pedro 3.3; Judas 1.18). Sem falar que João chega a dizer que já podemos nos considerar vivendo a “última hora” (I João 2.18). Seriam estes “últimos dias” uma referência a estes últimos milênios?

Claro que não podemos utilizar estas figuras e simbologias para estabelecer uma doutrina. Mas, se através dos ensinamentos literais da Bíblia, conseguirmos chegar à conclusão de que não falta muito tempo para a Segunda Vinda de Jesus, então toda esta historia serviria como uma boa ilustração do maravilhoso plano de Deus. Até porque só Ele poderia arquitetar algo tão perfeito assim.

TIAGO BORBA - AGRADECIMENTOS.

Detalhes da Cronologia
  • Do Dilúvio a Abraão: As somas das idades registradas em Gênesis indicam cerca de 2.92 anos (ou 2.000 anos desde a criação de Adão até Abraão). [1, 2]
  • De Abraão a Jesus: A estimativa teológica tradicional aponta para cerca de 2.000 anos entre Abraão e o nascimento de Cristo. [1] - IA
  • DE JESUS ATÉ OS DIAS ATUAIS - ANO 0 ATÉ 2026 = ATÉ O MOMENTO 2026 ANOS, NO ANO 2000 FECHOU O CICLO DEFININDO DO DILÚVIO ATÉ NÓS, SEIS MIL ANOS. - O ANO DIVISOR TRIDIMENSIONAL 2000 = 666. - JFA.