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A Presença Extraterrestre na Lua (I)
- Thoth3126
- julho 12, 2026
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- ÁREA 51, Crop Circles, ETs, UFOs
O Programa espacial dos EUA e seus segredos, depois de mais de 50 anos do início do Programa Espacial norte americano surge uma nova leitura da atividade humana no espaço e principalmente em nossa Lua. Mesmo antes do dia 4 de outubro de 1957, quando os soviéticos lançaram da base de Baikonur e colocaram em órbita nosso primeiro satélite artificial, o Sputnik, aparelhos não identificados já haviam sido detectados e descobertos evoluindo além da nossa atmosfera, quilômetros acima da superfície de nosso mundo.
A presença EXTRATERRESTRE na Lua
’’Meu dever é falar, pois não quero ser cúmplice’’. Émile Zola
Por Marco Antonio Petit: https://www.marcopetit.com/artigos.htm
A primeira dessas descobertas aconteceu no ano de 1953, quando a recém criada USAF, a Força Aérea Norte-Americana, começou a utilizar uma novo modelo de radar, que possibilitava detecções de alvos a distâncias bem superiores às conseguidas até então. Faziam ainda os primeiros testes quando os técnicos captaram um objeto de grandes dimensões evoluindo sobre a região equatorial do planeta a uma altura de 600 milhas. Sua velocidade foi estimada em torno de 18 mil milhas por hora. Pouco depois um outro entrava na órbita do planeta a uma altitude inferior, estimada em 400 milhas.
A partir dessas ocorrências, foi criada em White Sands (uma enorme Base da USAF), no Novo México, em caráter de emergência, um projeto supostamente para a detecção de satélites. O descobridor do planeta Plutão, o astrônomo Clyde Toumbaught, um dos poucos de sua área a declarar publicamente ter visto UFOs, foi curiosamente convidado para dirigir os estudos, que teriam a supervisão da Ordinance Research do Exército.
A explicação oficial aprovada pelo Pentágono para divulgação pública dizia que as Forças Armadas estavam pesquisando pequenas luas, objetos naturais que tinham chegado através do espaço e entrado em órbita de nosso planeta. Em 1955, entretanto, a Casa Branca recebia a informação, que um desses objetos havia passado a evoluir em uma órbita mais baixa. Estava orbitando o planeta 50 quilômetros mais próximo, enquanto o outro simplesmente havia desaparecido, deixando as vizinhanças de nosso mundo. Não havia a menor dúvida já nessa época, que estávamos diante de artefatos controlados por alguma forma de inteligência. É evidente que a idéia de objetos naturais entrando em órbita da Terra foi algo apenas para consumo do público.
O Comitê de Segurança Nacional, intimado pelo então presidente Eisenhower aventava a alternativa de se tratarem de artefatos lançados pelos soviéticos, o que em nada servia para acalmar as coisas. Afinal, se eles já detinham tecnologia para colocar em órbita artefatos daquele tamanho, os EUA estavam realmente em grande perigo, pois a tensões entre os dois blocos já era preocupante naqueles tempos.
Mas a verdade é que aqueles objetos detinham uma tecnologia muito além das capacidades soviéticas, como dois anos depois pode ser confirmado, quando finalmente tivemos o lançamento do primeiro satélite por parte dos comunistas: um pequeno objeto metálico.
Desde 1953 outros objetos de origem interplanetária passaram a ser detectados orbitando nosso planeta, ou simplesmente se aproximando dele, para depois desaparecem, e nunca mais serem vistos. Nosso programa espacial passou a ser desenvolvido e planejado já com a certeza de que iríamos encontrar “alguém”, e que a órbita de nosso planeta, e mesmo a Lua, como veremos, já estava, vamos dizer, ocupada.
A partir de nossos primeiros satélites serem colocados em órbita, mas do que continuarmos a detectar a presença dos UFOs na órbita terrestre, teve início um outro processo. Nossos veículos espaciais passaram a sofrer um acompanhamento, e a chegada do homem ao espaço diretamente com Iurí Alekseyvitch Gagárin, por parte dos soviéticos, em 1960, e do norte-americano John Glenn Jr., em 1962, nossos astronautas passaram a ser testemunhas dessa realidade.
Cada nova espaçonave, cada novo desenvolvimento de nossas possibilidades era detidamente acompanhados por esses “olhos misteriosos”, e progressivamente era estabelecida uma censura cada vez mais objetiva, para manter o que acontecia no espaço longe da população.
Antes mesmo de chegarmos ao espaço, na verdade, a simples possibilidade de contato, ou do encontro com artefatos alienígenas já era seriamente considerada, e havia servido para o nascimento de diretrizes e documentos versando sobre o sigilo, que deveria ser mantido a qualquer custo. Na época, a divulgação desses “encontros”, já era considerada um fator de desestabilização da sociedade, e estados de perplexidade da população tinham que ser evitados. Análises dos vários cenários possíveis, a partir de um estabelecimento total da verdade, já haviam sido considerados, e chegavam potencialmente à subversão total da ordem e das instituições.
Se os encontros com os UFOs no espaço já estavam gerando perplexidade dentro dos setores espaciais das duas super-potências, o passo seguinte dessa nossa história foi ainda mais perturbador. Com a sucessão de lançamentos por parte dos EUA e da URSS vários de nossos artefatos, satélites, começaram a apresentar problemas técnicos, o que evidentemente era algo totalmente previsível. O surpreendente é que vários desses depois de lançados, pareciam ser objeto de algum tipo de manutenção ou concerto.
Em agosto de 1963 é realizado em Blacksburg, na Virgínia (EUA), um congresso com os maiores especialistas das ciências espaciais. Um dos objetivos do encontro foi justamente debater os estranhos acontecimentos que estavam acontecendo com os satélites Firely, Telstar I, e Teltar II, que haviam deixado de transmitir em várias ocasiões, para depois voltarem a funcionar normalmente, da mesma forma que outros aparelhos soviéticos.
O cientista Richard Kershner, da Universidade John Hopkins (EUA), declarava na oportunidade, que podíamos pensar que “fantasmas espaciais” estavam dando “uma mão”, reparando os problemas dos mesmos. Como sabemos, coisas desse tipo continuam acontecendo até os dias de hoje, inclusive com nossas sondas enviadas aos planetas de nosso sistema solar.
Mesmo antes de Gagarin chegar ao espaço, os soviéticos, que estavam realmente mais adiantados, que os norte-americanos, começaram a lançar seus primeiros artefatos em direção ao nosso satélite natural. Só da série Luna, iniciada em janeiro de 1959, foram 24 missões, que compreenderam tanto passagens nas proximidades de nosso satélite, impactos diretos contra o solo, entrada em órbita, e pousos controlados na superfície. Outra série de naves não tripuladas, a Zond, permitiu aos soviéticos desenvolverem a capacidades de depois de chegarem ao seu destino, a órbita lunar, retornarem com suas espaçonaves à Terra.
Apesar de atrasados em relação aos seus inimigos ideológicos na corrida espacial, os norte-americanos progressivamente foram conseguindo seus sucessos na exploração de nosso satélite. Mediante os projetos Ranger (três missões lunares), Lunar Orbiter, que compreendeu cinco missões, e Surveyor, com sete lançamentos, e vários pousos controlados, obtiveram uma farta documentação fotográfica, e lançaram as bases para a chegada do homem ao nosso satélite.
Nessa altura dos acontecimentos, já havia por parte de uma pequena elite espacial, tanto pelo lado dos norte-americanos, como dos soviéticos, uma certeza: fossem americanos ou russos a chegarem primeiro a Lua, encontrariam já “alguém” muito bem estabelecido.
Algumas das fotografias obtidas tanto pelos soviéticos, como pelas missões norte-americanas, evidenciavam já uma presença marcante de representantes de uma, ou mais culturas extraterrestres, que estavam usando nosso satélite como base. Algumas imagens eram realmente impressionantes. Estruturas na forma de torres, construções apresentando padrões geométricos, crateras cujas formas aparentemente haviam sido modificadas, etc.
Algumas fotos mostravam inclusive, que objetos de grandes dimensões, cuja natureza não podia ser ainda estabelecida, haviam sido transportados pelo solo lunar e haviam deixado na superfície de nosso satélite o registro de suas passagens. Isto tudo faziam parte de um contexto conhecido na época apenas por uma minoria privilegiada de nossa humanidade, que planejava o passo seguinte: a chegada do homem a Lua.
UMA PRESENÇA JÁ HÁ MUITO PRESSENTIDA
Na verdade muito tempo antes do início da Era Espacial havia já uma forte suspeita que realmente algo muito especial se passava na Lua. Desde séculos atrás os próprios astrônomos vinham observando fenômenos inusitados em nosso satélite. A observação telescópica, principalmente a partir do século 18, não deixava dúvidas.
Prova inegável de OVNIs? Confira a imagem de um UFO decolando da lua:
Variação nas dimensões de determinadas crateras, aparecimento de pontos luminosos e escuros, que não raras vezes foram observados se movimentando pela superfície, ou acima dessa; aparecimento de cúpulas, ou domos, que da mesma maneira que surgiam, desapareciam, e reapareciam em outros sítios, para depois nunca mais serem observados, fagulhas; sinais de emanação de gases, e até formas luminosas de grandes dimensões, que pareciam ocupar vários quilômetros, etc..
Com o tempo esses fenômenos passaram a ser rotulados e conhecidos dentro da área da astronomia, e posteriormente dentro da pesquisa espacial, como Fenômenos Transitórios Lunares (LTP). Algo pouco objetivo, mas na medida certa para aqueles que não queriam enfrentar de frente a idéia de estarem estudando abertamente sinais de algum tipo de atividade extraterrestre na Lua.
Apesar da possibilidade de uma parte minoritária dos fenômenos, que estão enquadrados nesse estudo, poderem estar realmente relacionados a algo natural, como algum tipo de atividade sísmica, emanação de gases, etc., expressiva parcela das observações, seriam muito difíceis de serem explicadas dentro desse contexto. Na verdade, algumas dessas manifestações, foram tão violentas e evidentes, que chegaram a serem observadas mesmo antes de passarmos a utilizar nossos primeiros telescópios.

A própria NASA, curiosamente, um ano antes da primeira missão tripulada à Lua (pouso), liberou um documento detalhado que reportava centenas dessas ocorrências, que haviam sido notificadas, e estudadas. A mais antiga remontava ao ano de 1500, cento e dez anos antes de Galileu ter a primeira visão ampliada de nosso satélite natural.
Esses fenômenos normalmente parecem se concentrar em torno de certos sítios ou regiões lunares, como nas áreas das crateras Aristarchus, Copernicus, Kepler, Eratosthenes, Alphonsus, Linné, Tycho, Gassandi, Picard, Grimaldi, Censorinus, Archimedes, Platô, Theophilus, no chamado Mar das Crises, nos Montes Atlas e Píton, etc. Como veremos mais a frente, existe uma clara ligação entre essas áreas especificas e os sinais da presença e atividade extraterrestre posteriormente detectada na Era Espacial.
INTERESSE ANTIGO
Meu interesse pelos Fenômenos Transitórios Lunares não é algo recente. Recordo perfeitamente quando ainda era um pouco mais que um simples adolescente, na época que já me dedicava às observações do céu mediante meus telescópios, tive contato pela primeira vez com o assunto. Nesse tempo, já profundamente interessado na ufologia, percebi logo o potencial em termos de ligação entre essas duas áreas. Tinha já consciência nessa época, que por trás daquela paisagem nem um pouco hospitaleira, poderia haver muito mais que crateras e montanhas para serem observadas. Durante muitas noites realmente me dediquei à observação telescópica de nosso satélite na esperança de ser testemunha direta de alguma manifestação daqueles misteriosos fenômenos, mas não tive tal privilégio.

Um dos aspectos que mais me havia impressionado nessa área dos LTPs era a suposta variação de diâmetro da cratera Linné, no chamado Mar da Serenidade, supostamente verificado ao longo das primeiras décadas do século 19. Ainda hoje quando observo a Lua mediante meu atual instrumento, um telescópio Celestron, que permite ampliações de até 500 vezes, é rara a vez que não lanço o olhar em sua direção.
Além de seu diâmetro estimado na atualidade ser inferior ao mensurado antes do início do suposto processo de variação, a referida cratera, como pode ser visto nas imagens mais recentes obtidas por nossos veículos espaciais, apresenta em torno de si uma espécie de anel de poeira branca, que não é achado em torno de nenhuma outra cratera da região.
Esta situação, faz com que o conjunto, formado pela cratera, e este “anel”, seja visto, a partir dos telescópios amadores, situados na Terra, como um ponto luminoso, ou esbranquiçado, dando inclusive a impressão, que a cratera realmente não existe mais. A idéia atual de alguns astrônomos da atualidade revela, que a tal variação, teria sido algo ilusório. É difícil de ser levada a sério tal conjectura, além de menosprezar os profissionais da mesma área do passado, o referido fenômeno foi observado progressivamente ao longo de décadas. Ou seja, houve tempo para uma mensuração cuidadosa do fenômeno.
Meu interesse por esse assunto, já quando fazia ufologia em termos públicos, acabou me levando a fazer inúmeras palestras sobre o tema, que englobavam também as experiências de nossos astronautas, mas com o passar dos anos, de uma certa maneira, e provocado por minha dedicação a outros aspectos da ufologia, deixei esta temática em segundo plano, até que algo realmente me chamou recentemente a atenção para o assunto, fazendo com que eu voltasse a investigar novamente esta área.
Os cientistas descobriram ruínas antigas na Lua:
Tudo começou quando tomei conhecimento do artigo “Dark Mission: The Secret History of NASA” (Missão Obscura: A História Secreta da NASA), publicada no início de outubro de 2007, no jornal New York Times, onde o Dr. Ken Johnston fazia denúncias graves sobre o processo de acobertamento da agência espacial norte-americana. O cientista havia sido gerente da Divisão de Controle de Dados e Fotos do Laboratório de Recepção Lunar da NASA, durante os esforços de exploração lunar na época do Projeto Apollo. Segundo a matéria, Johnston havia recebido ordens para que destruísse todas as imagens que revelavam de maneira mais objetiva a existência de ruínas e sinais evidentes da presença de tecnologia extraterrena na Lua.
Na época do referido artigo, Johnston ainda fazia parte do programa espacial norte-americano, mas logo em seguida, no dia 23 de outubro, foi demitido sumariamente pela agência espacial, sendo afastado das funções que exercia no famoso Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), situado em Pasadena. Poucos dias depois de sua demissão, no dia 30 de outubro, Johnston já prestava um testemunho público em uma conferência no National Press Club, em Washington, em um evento da entidade “The Interprise MIssion”, liderada por Richard C. Hoagland, antigo consultor da NASA e conselheiro científico do canal CBS News durante as missões Apollo. O ex-gerente da Divisão de Controle de Dados e Fotos do Laboratório de Recepção Lunar revelou inclusive, que contra as ordens recebidas, havia preservado parte das imagens mais críticas.
Diante dessas notícias e referências percebi que havia chegado o momento de investigar novamente os arquivos de imagens da agência espacial (NASA), agora disponibilizados mediante a Internet na forma de um número muito grande de páginas. Eu não tinha na verdade a menor idéia do que estava ou não sendo disponibilizado.

De início encontrei uma quantidade muito grande de sites particulares de inúmeros investigadores, que já vinham divulgando imagens realmente reveladoras, mas eu não estava disposto a repassá-las sem uma prévia verificação da seriedade dos mesmos, e principalmente da origem desse material, e para este tipo de trabalho não havia outra opção, a não ser à busca das fotos nos sites oficiais da própria agência espacial, ou em outros mantidos por instituições de pesquisa relacionadas à própria agência, que participam de suas atividades e programas.
Pouco tempo antes desses fatos, curiosamente, a própria NASA, tinha vindo a público, e isto foi divulgado em larga escala pela mídia em geral, para revelar que haviam sido perdidos, estavam desaparecidos os filmes realizados durante as missões do projeto Apollo, que havia levado 12 homens ao solo lunar. Algo realmente inacreditável.
Mas voltando a falar de nossas investigações, pudemos confirmar, que existem realmente muitas fotos do referido projeto que desapareceram, e isto é assumido oficialmente. Os números dessas imagens constam dos catálogos, mas ao clicarmos sobre os mesmos nos deparamos com a informação que elas estão “desaparecidas”. Mas o que mais nos surpreendeu já no início dessas nossas investigações, foi o fato de existirem nos referidos catálogos, imagens ainda extremamente reveladoras, nas quais podemos ver além dos UFOs, ruínas de antigas construções, e sinais da presença dos extraterrestres na atualidade, na forma de outras estruturas artificiais. Mas achar estas imagens não é muito fácil, pois tais fotografias estão entre outras milhares, que não apresentam nada relacionado ao assunto de nosso interesse.
Não há dúvida que o projeto Apollo foi muito mais além do que foi divulgado em termos oficiosos. Maurice Chatelaim, por exemplo, que na época do projeto foi chefe dos sistemas de comunicações da NASA, fez vários pronunciamentos no passado, afirmando que todos os vôos espaciais não só do projeto Apollo, mas também das missões do projeto Gêmini, que permitiu a NASA desenvolver o processo de acoplamento entre naves no espaço, foram acompanhados de perto por veículos espaciais de origem extraterrestre. Chegou inclusive a afirmar, que seus astronautas, receberam ordens para manterem silêncio sobre essa realidade.
Continua . . .
“Quando o conhecimento científico e a tecnologia aplicada” atingirem um nível crítico de avanço, sem a humanidade estar informada por verdades espirituais e guiados pela autoridade moral, esta civilização planetária deixará de existir. Uma vez que certos limites sejam ultrapassados em áreas proibidas de perigosas pesquisas científicas e desenvolvimento tecnológico, o destino da raça humana será abruptamente e para sempre alterado”. – Grupo de Pesquisa de Convergência Cósmica
(Fonte: HUGE Changes Coming To Planet Earth )
Aliens Criaram e Controlam a Elite Governante da Terra, a História Secreta da Antártida
O insider denunciante do Programa Espacial Secreto, Corey Goode, revelou mais informações surpreendentes sobre a Antártica e sua história de como uma colônia de refugiados extraterrestres lá se estabeleceu há cerca de 60 mil anos. Ele afirma que os refugiados alienígenas encontraram tecnologias avançadas da “antiga raça construtora” que teria se iniciado há cerca de 1,8 bilhões de anos. Igualmente intrigante é sua afirmação de que alguns desses refugiados extraterrestres ainda estão vivos hoje, sendo mantidos em câmaras de estase, localizadas dentro de naves-mãe com cerca de 30 milhas (48,27 km) de comprimento enterradas sob cerca de 2000 pés (608 metros) congeladas abaixo da plataforma de gelo Ross da Antártida.
A História Secreta da Antártica – Uma Colônia de Extraterrestres refugiados criou a Linhagem Sanguínea da Elite Governante da Terra
Fonte: https://exopolitics.org/
No episódio de TV em 21 de fevereiro de 2017, para Cosmic Disclosure, ele afirmou que ele continua a receber instruções de um programa espacial secreto da USAF sobre as escavações na Antártica sendo conduzidas por arqueólogos, que começou em 2002, em um artigo anterior, descrevi o que Goode me disse sobre os briefings da USAF e o que ele encontrou durante uma visita a Antártica em janeiro de 2017 com uma civilização da Terra Interior chamada de “Anshar”.
No episódio em Divulgação Cósmica, Goode fornece mais detalhes e representações gráficas do que ele testemunhou pessoalmente na Antártica. Ele descreve os extraterrestres como seres “Pre-Adamitas”, que eram originalmente de Marte e de um planeta com cerca de 4,5 vezes o tamanho da Terra, chamado de MALDEK, {nota de Thoth: que explodiu há cerca de 251 milhões de anos atrás e cujos restos agora formam o Cinturão de Asteroides entre as órbitas de Marte e Júpiter}, o local original de sua órbita (de MALDEK).

Durante sua longa história, ele diz que os habitantes de Marte e MALDEK travaram uma série de guerras de alta tecnologia de quando Marte ainda seria uma lua do planeta MALDEK. Aproximadamente há 500.000 anos, estas guerras vieram a ter um fim culminante com o planeta MALDEK sendo obliterado.
Os restos de MALDEK atingiram Marte com tanta força que as cidades superficiais deste último em um lado do planeta foram totalmente destruídas, e a maior parte de sua atmosfera foi perdida. Isso tornou a vida na superfície de Marte muito precária na melhor das hipóteses e levou à evacuação planetária pelos sobreviventes marcianos.
Bilhões de refugiados de Marte e MALDEK encontraram refúgio na nossa Lua atual. No entanto, ao tempo da catástrofe a nossa Lua era outro satélite de MALDEK, mas que foi criada artificialmente com vastas áreas (Bases) de vida em seu interior, como Goode já descreveu anteriormente. Os pré-adamitas habitaram a Lua por cerca de 440 mil anos, e em algum ponto durante este período, de acordo com a informação recebida por Goode, a Lua foi movida para sua órbita atual ao redor da Terra.
Eventualmente, outro conflito forçou a raça dos Pré-Adamitas à abandonar suas bases na Lua, e eles tiveram que se mover rapidamente para a Terra. Eles escolheram a Antártica para reconstruir sua civilização, em parte devido à existência de tecnologias da raça ABR-Ancient Builder Race (Antiga Raça de Construtores), que ainda estavam funcionando como Goode explicou:
“Então eles [Pre-Adamitas] terminam na Lua por um período de tempo. E de alguma forma eles acabaram sendo perseguidos na Lua. Houve alguns ataques que ocorreram, e depois que eles fugiram, mas suas espaçonaves foram muito danificadas para deixar o nosso sistema solar ou leva-los para outra esfera planetária. Então, uma vez que eles tiveram por acidente que pousar na Terra, eles decidiram que iriam para este continente na hoje Antártica, que ainda tinha tecnologia da raça ABR-Ancient Builder Race (Antiga Raça de Construtores) que era de cerca de . . . 1,8 bilhões de anos”.
Os pré-adamitas só tinham três naves-mãe restantes para usar para estabelecer a sua nova colônia na Terra depois de um pouso forçado na Antártica. Foi a tecnologia nessas naves-mães que deu aos pré-adamitas a esperança de que pudessem reconstruir sua civilização:
“Bem, eles só tinham a tecnologia que eles tinham nesses três espaçonaves com eles. Essa é toda a tecnologia que eles tinham. Então eles tiveram que canibalizar e reorientar aquela tecnologia da espaçonave depois de terem caído acidentalmente aqui na Terra, na Antártica. E havia três que eram extremamente grandes. Eram naves-mães”.

Este é o lugar onde David Wilcock, o entrevistador, tinha algumas informações corroborando para compartilhar de um outro denunciante insider dos programas espaciais secretos dos EUA, Dr. Pete Peterson, sobre o tamanho e a localização de uma das imensas naves mães descobertas:
“David: E eu quero salientar, que este foi um dos detalhes absolutamente impressionantes em que eu começo a perguntar para Pete [Peterson] no telefone, “Você sabe alguma coisa sobre a Antártica?”
E ele, independentemente, diz: “Eles vão anunciar que encontraram uma nave-mãe”. Ele só sabia sobre uma – uma nave-mãe com tamanho de cerca de 30 milhas (48,27 km) de comprimento, a maior parte em forma circular – que foi encontrada enterrada debaixo da plataforma de gelo na Antártica. Goode descreve os pré-adamitas que se instalaram na Antártida:
“Eles variavam de 12 a 14 pés (3,65 a 4,25 metros) de estatura. Eles tinham crânios alongados em sua parte de trás. Eles eram muito magros, finos.”
Isso sugere que os pré-adamitas eram provavelmente os habitantes anteriores de um planeta de gravidade inferior como Marte, o que facilitaria o gigantismo. Depois de passar mais de quatrocentos mil anos na Lua com seu campo de gravidade ainda menor, os pré-Adamitas podem ter aumentado naturalmente na altura dos seus corpos para finalmente resultar em sua estatura entre os 12-14 pés.
{Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama. Gênesis 6:4}
Na Terra, por causa de sua gravidade mais forte, os pré-Adamitas encontrar-se-iam em uma desvantagem desobstruída comparada aos habitantes nativos nos termos da força, da velocidade e da resistência físicas. Isso significava que, em termos de poder geopolítico, os pré-adamitas teriam de confiar nas tecnologias avançadas a que tinham acesso, dos quais os mais avançados estavam localizados na Antártida.
Os pré-adamitas logo precisavam de híbridos para agir como intermediários entre si e o resto da população da Terra. Enquanto os pré-adamitas de sangue puro permaneciam na Antártida, perto de suas tecnologias avançadas, os pré-adamitas híbridos seriam usados para governar a humanidade nas diferentes colônias estabelecidas ao redor do planeta, como explicou Goode:
Eles haviam criado híbridos porque não podiam operar muito bem em nosso ambiente. E eles criaram híbridos deles e dos seres humanos que estavam aqui na Terra … todos os pré-Adamitas principais que eram sangue puro estavam na Antártida … Havia um grupo destes Pré-Adamitas, desta linhagem Pré-Adamita, que era Na América Central, região da América do Sul, e havia outro grupo bloodline completamente diferente – ambos royals – na Ásia e na Europa.

Isto é consistente com o que o historiador egípcio antigo, Manetho, nos diz sobre os tempos pré-dinásticos, os deuses governaram diretamente sobre o Egito e, em seguida, colocaram seus híbridos ou semi-deuses, nas posições de liderança. Um cenário semelhante é descrito na Lista dos Reis Sumérios, o que sugere que esses documentos históricos não são relatos míticos da pré-história, mas registros históricos precisos.
Os seres pré-adamitas, no entanto, não foram a única raça extraterrestre ativa na Terra há cerca de 60 mil anos atrás, de acordo com fontes de Goode. Ele diz que entre eles havia uma raça não-mamífera, os Reptilianos (cuja origem é a estrela/sol Thuban, Alpha da Constelação de DRACO (do DRAGÃO), que rapidamente emergiram como o principal rival dos Pre-Adamitas em dominar os assuntos planetários aqui na Terra.
Goode descreveu o conflito entre os pré-adamitas e os reptilianos, e como, em primeiro lugar, os pré-adamitas tiveram vantagem devido às suas tecnologias avançadas. Contudo, os Reptilianos ganhariam lentamente ascendência após uma série de “catástrofes menores” que sempre impactaram a civilização que estava se desenvolvendo na superfície da Terra, e foram precursoras de um evento geológico ainda mais destrutivo que estava por vir:

“Aparentemente estes seres Pre-Adamitas estiveram envolvidos em conflitos com os Reptilianos de DRACO por um bom tempo. Estes Pre-Adamitas demonstraram não ser os bons rapazes afinal, mas estavam em algum tipo de conflito com os Reptilianos, e realmente mantiveram os Reptilianos sob controle aqui na Terra durante esse tempo que eles aqui tinham chegado”.
Houve um par de outras pequenas catástrofes que aconteceram onde eles perderam seu poder e os Reptilianos sempre encontravam uma oportunidade de voltar em um momento de fraqueza. Durante a grande catástrofe (há 10.986 a.C., o diluvio de Noé), o continente da Antártica congelou instantaneamente durante uma mudança súbita dos pólos norte e sul do planeta, que cortou os postos avançados dos pré-adamitas em todo o mundo a partir de sua principal base de poder na Antártica.
Agora, os Reptilianos se tornariam dominantes nos assuntos de controle dos povos da Terra:
“… Mas depois desses cataclismos que ocorreram na Terra, os Pré-Adamitas e os Reptilianos tiveram uma trégua ou um tratado. E depois desse ponto, os Reptilianos praticamente controlaram toda a Antártica e os pré-adamitas tinham a capacidade zero de obter acesso à sua antiga tecnologia, suas bibliotecas. Tudo estava lá embaixo”.
Os híbridos dos pré-adamitas conseguiram escapar da catástrofe em seus postos globais, mas os da linhagem pura estavam presos na Antártida em suas naves-mães gigantes.

“Esta civilização [pré-adamita] controlava todo o planeta. Mesmo com os poucos recursos que eles tinham, eles foram capazes de controlar o planeta. Após este último cataclismo ocorrer (Nota de Thoth: o Dilúvio de Noé, em 10.986 a.C.), nenhum dos sobreviventes pré-Adamitas, tiveram acesso à sua tecnologia”.
Assim, mencionamos o grupo que estava na Ásia, um grupo pré-Adamita, e havia outro grupo na América do Sul, na América Central, que não podiam mais visitar ou se comunicar uns com os outros. Eles estavam definitivamente separados. Os crânios alongados encontrados na América do Sul e Central remontam aos seres humanos híbridos pré-adamitas que governaram suas colônias nessas áreas:
Na América do Sul e Central é onde eles tinham montado a maioria de seus enclaves. E eles haviam sido montados em torno de outras estruturas pré-Adamitas que haviam sido destruídas por causa de inúmeros cataclismas na superfície do planeta. Houve terremotos enormes que basicamente liquidificaram o chão e muitas das construções, edifícios maciços, tinham acabado de desmoronar e caíram e afundaram no chão. Estavam ocorrendo em todo o hemisfério. Eles estavam misturando sua genética com alguns dos povos indígenas da América do Sul e Central. É por isso que temos seres com crânios alongados que têm uma pele colorida diferente por causa da mistura genética diferente.
As duas principais colônias pré-adamitas, uma abrangendo a Ásia e a Europa, enquanto a outra abrangeu a América do Sul e Central, competiram entre si em uma luta entre as linhagens, que continua ainda hoje através de duas facções principais dos Illuminati:
“E eles sempre tiveram algum tipo de competição entre esses dois grupos de linhagens antes mesmo do cataclismo. Esta linhagem inteira dessas pessoas tipo Cabala ou Illuminati, eles traçam suas linhagens através desses pré-adamitas.”

Se aceitarmos que os reptilianos são outro grupo extraterrestre que exerce grande influência por trás dos bastidores, através de seus próprios seres híbridos, então podemos ver que os governantes ocultos da Terra são (manipulados e) divididos em facções distintas { Cabala, judeus khazares, Illuminati, NWO, Bilderberg, WEF, realeza europeia, DEEP STATE, Nazistas, etc…} com uma longa história de conflito resultante de rivalidades pela disputa do controle do planeta.
Isso talvez não seja melhor exemplificado do que no Livro de Enoch, que descreve diferentes grupos de “anjos” em guerra uns com os outros. Na entrevista para Cosmic Disclosure, Goode e Wilcock trocaram o seguinte diálogo sobre este assunto:
David: Assim no Livro de Enoch, eles estão descrevendo este grupo como os anjos caídos.
Corey: Uh-sim.
David: Então você está dizendo que estes seres pré-Adamitas com os crânios alongados, que esses são parte dos anjos caídos.
Corey: É a história dos anjos caídos, sim.
Muitos dos refugiados originais pré-Adamitas estão atualmente em estase em suas naves-mães enterradas sob o gelo da Antártida:
Bem, eles tinham um número de seres que estavam em estase. A informação que recebi foi que os pré-adamitas sobreviventes, a linhagem originária de outro planeta, se colocaram em estase antes que esse último cataclisma ocorresse há cerca de 12.800 anos (nota de Thoth: Se refere ao dilúvio de Noé, em 10.986 a.C., ou seja há 13.003 anos). Eles ainda não despertaram. Eles estão tentando decidir o que vão fazer.
Goode então entra em algum detalhe sobre o plano de “divulgação limitada”, que envolve censurar a existência do sítio arqueológico de qualquer coisa que tenha a ver com a vida extraterrestre:
“Agora, outra nota interessante, nós temos esses arqueólogos e funcionários de várias universidades que estão lá embaixo escavando e documentando tudo isso, mas o que eles fizeram, sendo eles controlados pela Cabala, eu acho que você vai dizer, eles usaram esses grandes submarinos eletromagnéticos que eu discuti anteriormente para ter um monte de itens arqueológicos que tinham encontrado em outras escavações que eles estavam mantendo suprimidos da humanidade, eles foram guardados em armazéns enormes”.

ENCONTRADOS SARCÓFAGOS COM GIGANTES EM ESTASE … ALGUNS DESPERTANDO
Eles estavam levando alguns desses artefatos para a Antártica e escondendo-os. E esta grande escavação que esses arqueólogos vão tornar pública. Eles também estão removendo qualquer corpo que não se parece com um ser humano atual. E muitos desses corpos humanos, eles não parecem como se fossem escravos. Eles têm túnicas que têm fio de ouro entretecido nas túnicas. Eles parecem seres da realeza. O próximo passo neste plano de revelação limitado, de acordo com Goode, é revelar lentamente em um processo de muitos anos, a existência dos programas secretos espaciais e suas tecnologias:
Então eles estão planejando nos dar uma divulgação censurada e sanitizada para, em seguida, ao longo do tempo eles divulgarem o Programa Espacial Secreto Militar-Industrial. E depois que eles fizerem isso, eles vão dizer: “Oh, a propósito, sim, nós temos este programa Espacial Secreto bastante avançado, e enquanto nós estivemos fora visitando outros planetas, encontramos ruínas muito semelhantes como nós encontramos na Antártica. Então, eles vão tentar liberar a informação aos poucos ao longo de décadas, e não imediatamente, para nos dizer sobre as espaçonaves que encontraram e da alta tecnologia de seres alienígenas e não-humanos descobertos.
O que foi contado, mostrado e testemunhado pessoalmente por Corey Goode na Antártica nos diz muito sobre a história secreta da Antártica e o papel de diferentes grupos extraterrestres que estabeleceram o controle sobre este vasto continente gelado com quase o dobro do tamanho dos 48 maiores estados dos Estados Unidos. Goode também nos deixa uma pergunta profunda para contemplar: “O que acontecera quando os pré-adamitas despertarem em suas câmaras de estase e descobrirem que nossa atual civilização global é muito diferente do que eles poderiam ter desejado?”
© Michael E. Salla, Ph.D





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