segunda-feira, 14 de outubro de 2013

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Minha Vida na Outra Vida


Publicado em 30/04/2013
Pela primeira vez na história, um filme retrata, com fidelidade, lógica e respeito, a reencarnação, tema de interesse de milhões de pessoas em todo o mundo. Baseado em fatos reais relatos no livro autobiográfico de Jenny Cockell, Minha Vida na Outra Vida conta a história de Jenny, uma mulher do interior dos Estados Unidos, que tem visões, sonhos e lembranças de sua última encarnação, como Mary, uma mulher irlandesa que faleceu na década de 30. Intrigada, Jenny sai em busca de seus filhos da vida passada. Tem início uma jornada emocionante. Jenny é magistralmente interpretada pela renomada atriz Jane Seymour, de Em Algum Lugar do Passado. Só, que desta vez, não se trata de ficção, mas de realidade.
A idéia da reencarnação começa a tomar corpo no imaginário popular.
Embora nem sempre de forma muito própria, as pessoas falam e raciocinam sobre ela.
São comuns os comentários de projetos para futuras existências.
Também se questiona a respeito do que já se viveu e dos reflexos dos atos do pretérito na vida atual.
Tem-se especial fascínio pelo tema do reencontro de almas.
O Espiritismo fornece um roteiro de raciocínio lógico e claro para todas essas questões.
Quando devidamente estudado, ele auxilia a perder ilusões e a encarar a realidade com coragem e otimismo.
Na concepção espírita, a reencarnação insere-se no âmbito das Leis Divinas.
Pouco importa gostar-se ou não dela.
Trata-se de uma realidade que não pode ser burlada.
À semelhança da lei da gravitação universal, ela espraia seus efeitos de forma obrigatória.
Nenhum ser humano logra levitar apenas por espírito de rebeldia à lei de gravitação.
Da mesma forma, Espírito algum deixa de evoluir mediante infinitas encarnações.
Tentar escapar disso é como se dedicar a impedir o amanhecer: algo simplesmente impossível.
As reencarnações se sucedem enquanto forem necessárias ao aprimoramento do Espírito.
A vida física comporta muito de dores e decepções.
É impossível fazer projetos de perene felicidade em um corpo fatalmente destinado à destruição.
Essa peculiaridade chama a atenção dos homens para o que realmente interessa.
Eles devem perceber que sua passagem pela Terra é transitória.
O planeta Terra, em termos de Universo, é pouco mais do que o jardim de infância.
Educandários mais sofisticados aguardam os que aprendem as lições iniciais.
Para que o Espírito não se acomode no princípio das lições, ele é sempre instigado a prosseguir.
Por muitos séculos, a sensibilidade evolui com vagar.
Mas chega um momento em que o espetáculo da violência e da crueldade já produz excessivo impacto no mundo íntimo da criatura.
As notícias sobre corrupção causam grande tristeza.
A exploração do sexo em comerciais e filmes enseja constrangimento.
Se você sente apenas enfado com o que segue encantando as massas, eis um excelente sinal.
Ele certamente significa que sua sensibilidade foi trabalhada o suficiente no curso dos séculos.
Você já não mais consegue ter paz enquanto a sua volta campeiam tragédias e crimes.
À semelhança de um fruto maduro, seu processo evolutivo sazonou.
Felicite-se por isso e tome as providências necessárias à sua definitiva libertação dos círculos inferiores da vida.
Tenha em mente que o egoísmo é o vício que mais fortemente ata o Espírito à matéria.
Para vencê-lo, esforce-se em agir desinteressadamente.
Incorpore em sua vida o hábito de fazer o bem sem se preocupar em auferir quaisquer vantagens.
Aprenda a sacrificar seus interesses à justiça.
Encontre alegria em servir, em auxiliar e em compreender.
Quando surgir alguma dúvida sobre o comportamento correto, recorde as palavras sublimes de Jesus.
E sempre trate o próximo como você gostaria de ser tratado, se estivesse no lugar dele.
Em suma, aproveite ao máximo a sua presente encarnação.
Ela é o seu passaporte para a libertação e a felicidade.
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